Trump reuniu-se com secretários de Estado e da Defesa

O Presidente norte-americano reuniu-se com os secretários de Estado, Mike Pompeo, e da Defesa, Mark Esper, na sequência do ataque iraniano a duas bases no Iraque utilizadas por militares dos EUA.

Trump reuniu-se com secretários de Estado e da Defesa

Trump reuniu-se com secretários de Estado e da Defesa

O Presidente norte-americano reuniu-se com os secretários de Estado, Mike Pompeo, e da Defesa, Mark Esper, na sequência do ataque iraniano a duas bases no Iraque utilizadas por militares dos EUA.

Segundo a agência EFE, a reunião ocorreu depois de o Pentágono ter confirmado o ataque lançado desde o Irão na madrugada desta quarta-feira.

Um porta-voz do Pentágono, Jonathan Hoffman, afirmou em comunicado que não há certeza sobre a eventual existência de vítimas e precisou que o ataque é uma possível represália do Irão pelo assassinato, ordenado pelos EUA, do general Qassem Soleimani, comandante da força de elite iraniana Al-Quds, na sexta-feira, num ataque aéreo contra o carro em que seguia, junto ao aeroporto internacional de Bagdade, capital do Iraque.

Entretanto a CNN, que cita uma fonte oficial da Casa Branca, adiantou que Donald Trump não fará um depoimento público, apesar de ter sido equacionada uma declaração ao país.

Na rede social Twitter, que é bastante usada por Trump, o último ‘tweet’ do Presidente norte-americano, há cerca de sete horas, refere-se a um encontro que teve com o vice-ministro da Defesa da Arábia Saudita.

“Discutimos comércio, defesa, preço do petróleo, segurança e estabilidade no Médio Oriente”, escreveu Trump.

Jonathan Hoffman confirmou o disparo de “mais de uma dúzia de mísseis balísticos” iranianos contra “as forças militares dos Estados Unidos da América e da coligação” nas bases de Ain Assad e Arbil.

Os Guardas da Revolução iraniana ameaçaram, entretanto, hoje atacar “no interior dos EUA”, “Israel” e “aliados dos EUA”.

A ameaça de atacar “dentro dos EUA” foi feita no canal dos Guardas da Revolução, citado pela CNN, em comentário a uma eventual retaliação norte-americana aos ataques.

No mesmo canal, os Guardas da Revolução mencionaram a possibilidade de atacarem o Dubai, nos Emirados, e Haifa, em Israel, se fossem bombardeados.

A televisão estatal iraniana referiu que esta operação militar foi designada “Mártir Soleimani”. Indicou ainda que a divisão aeroespacial dos Guardas da Revolução, que controla o programa de mísseis iranianos, desencadeou o ataque.

SR (AFE/RN/PCR) // EL

By Impala News / Lusa

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