Trabalhadores dos Registos e Notariado iniciaram hoje greve de 24 horas

Os trabalhadores dos registos e notariado iniciaram hoje uma greve de 24 horas para reivindicar melhorias na carreira e fim das assimetrias salariais.

Trabalhadores dos Registos e Notariado iniciaram hoje greve de 24 horas

Trabalhadores dos Registos e Notariado iniciaram hoje greve de 24 horas

Os trabalhadores dos registos e notariado iniciaram hoje uma greve de 24 horas para reivindicar melhorias na carreira e fim das assimetrias salariais.

Os trabalhadores dos registos e notariado iniciaram hoje às 00:00 uma greve de 24 horas para reivindicar melhorias na carreira e fim das assimetrias salariais, segundo o Sindicato Nacional dos Registos (SNR). Durante este dia, os trabalhadores garantem como serviços mínimos os casamentos civis marcados antes do anúncio da greve.

Estes trabalhadores em funções no Instituto dos Registos e Notariado queixam-se de “falta de diálogo” por parte do Ministério da Justiça, “falta de clarificação dos ‘novos’ vencimentos” e “incumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo”.

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Trabalhadores querem o fim das assimetrias salariais entre profissionais com as mesmas funções

O sindicato apresenta várias reivindicações, entre as quais o fim das assimetrias salariais entre profissionais com as mesmas funções, a “devida e não efetuada atualização indiciária desde 2000”, a “reconhecida promoção/compensação imediata de todos os escriturários a escriturários superiores” e a “resolução imediata dos vencimentos mal processados/calculados desde 2002”.

Os trabalhadores querem ainda a “revisão/abolição de emolumentos pessoais indevidos pagos a conservadores que não celebram casamentos, prejudicando o erário público”, a “abertura e regulamentação de concursos internos e externos para colmatar a falta de 1.500 funcionários” e o “diálogo e discussão construtiva, em nome da solidariedade e da justiça remuneratória dos conservadores e oficiais dos registos e notariado, na defesa dos registos públicos e das populações”.

O SNR tem feito várias greves, a última das quais no final de dezembro passado, de três dias, queixando-se de não ver satisfeitas as suas reivindicações por parte do Governo.

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