Taxa de reprovação do Governo brasileiro sobe para 35% e supera aprovação

A reprovação do Governo liderado pelo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, cresceu de 27,2% em outubro para 35,5% em fevereiro e supera o índice de aprovação, que caiu de 41,2% para 32,9%, no mesmo período, segundo uma sondagem hoje divulgada.

Taxa de reprovação do Governo brasileiro sobe para 35% e supera aprovação

Taxa de reprovação do Governo brasileiro sobe para 35% e supera aprovação

A reprovação do Governo liderado pelo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, cresceu de 27,2% em outubro para 35,5% em fevereiro e supera o índice de aprovação, que caiu de 41,2% para 32,9%, no mesmo período, segundo uma sondagem hoje divulgada.

O levantamento feito pela empresa de pesquisas MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) indicou que 30,2% consideram regular, enquanto 1,4% não souberam responder.

A avaliação negativa sobre o desempenho pessoal de Bolsonaro subiu de 43,2% em outubro para 51,4% em fevereiro, enquanto a taxa de aprovação de suas ações caiu de 52% para 43,5%. Uma percentagem de 5,1% declarou não saber responder.

A queda na popularidade do Presidente do Brasil foi atribuída à gestão da crise de saúde causada pela pandemia de covid-19, uma vez que negou a gravidade da doença, questionou medidas de distanciamento social e a eficácia e segurança das vacinas.

O Brasil é um dos focos globais da pandemia e o segundo país com mais mortes pelo novo coronavírus no mundo com quase 247 mil vítimas mortais e mais de 10 milhões de casos confirmados de covid-19.

A subida de avaliações negativas ao trabalho de Bolsonaro também é atribuída ao fim, em dezembro passado, de um programa de transferência de rendimento pelo qual o Governo distribuiu subsídios para cerca de 67 milhões de brasileiros para aliviar os efeitos da pandemia.

Para os brasileiros, as principais qualidades do Presidente são ser sincero (29,3%), honesto (11,3%), inteligente (8,4%), sempre busca o bem para o país (5,0%), justo (4,2%), trabalhador (3,7%), cuida dos pobres (1,3%).

Para 33,3%, porém, o chefe de Estado do maior país da América Latina não tem nenhuma qualidade.

Os entrevistados também avaliaram que o principal defeito de Bolsonaro é ser mal-educado (20,1%), despreparado (17,6%), autoritário (16,6%), exagera na briga com a imprensa (16%), agressivo (10,9%), está preocupado apenas com a reeleição (3,2%), desonesto (3,1%).

Já cerca de 9,6% dos participantes da sondagem avaliaram que o Presidente brasileiro não tem nenhum defeito.

A sondagem MDA/CNT ouviu pessoalmente 2.002 eleitores de 137 diferentes municípios do país nas duas primeiras semanas de fevereiro e tem uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

CYR // LFS

By Impala News / Lusa

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