Sampaio: PR da Guiné-Bissau considera Sampaio “uma grande figura política de Portugal”

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, considerou hoje que Jorge Sampaio, falecido hoje aos 81 anos, foi “uma grande figura política de Portugal” e endereçou votos de pesar ao seu homólogo, Marcelo Rebelo de Sousa.

Sampaio: PR da Guiné-Bissau considera Sampaio

Sampaio: PR da Guiné-Bissau considera Sampaio “uma grande figura política de Portugal”

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, considerou hoje que Jorge Sampaio, falecido hoje aos 81 anos, foi “uma grande figura política de Portugal” e endereçou votos de pesar ao seu homólogo, Marcelo Rebelo de Sousa.

Em nota de pesar endereçada também endereçada à família, Sissoco Embaló transmitiu a Marcelo Rebelo de Sousa a sua “profunda dor e consternação” pelo falecimento de Jorge Sampaio.

“Foi com grande pesar que tomei conhecimento do falecimento do antigo Presidente da República portuguesa, Dr. Jorge Sampaio. Neste momento de profunda dor e consternação, gostaria em nome do Povo da República da Guiné-Bissau e em meu próprio nome de endereçar a Vossa Excelência e à família enlutada deste que foi uma grande figura política de Portugal, as nossas sentidas condolências”, lê-se na nota de pesar.

O antigo Presidente da República Jorge Sampaio morreu hoje aos 81 anos, no hospital de Santa Cruz, em Lisboa.

Antes do 25 de Abril de 1974, foi um dos protagonistas da crise académica do princípio dos anos 60, que gerou um longo e generalizado movimento de contestação estudantil ao Estado Novo, tendo, como advogado, defendido presos políticos durante a ditadura.

Jorge Sampaio foi secretário-geral do PS (1989-1992), presidente da Câmara Municipal de Lisboa (1990-1995) e Presidente da República (1996 e 2006).

Após a passagem pela Presidência da República, foi nomeado em 2006 pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas enviado especial para a Luta contra a Tuberculose e, entre 2007 e 2013, foi alto representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

Atualmente presidia à Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013 com o objetivo de contribuir para dar resposta à emergência académica que o conflito na Síria criara, deixando milhares de jovens sem acesso à educação.

 

 

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