Rússia lança 22 ataques em Donetsk num dia e deixa civis mortos — Kiev

As tropas russas lançaram 22 ataques com mísseis na região ucraniana de Donetsk no sábado, deixando vários civis mortos e feridos e 49 edifícios destruídos, informou hoje o Ministério do Interior da Ucrânia.

Rússia lança 22 ataques em Donetsk num dia e deixa civis mortos -- Kiev

Rússia lança 22 ataques em Donetsk num dia e deixa civis mortos — Kiev

As tropas russas lançaram 22 ataques com mísseis na região ucraniana de Donetsk no sábado, deixando vários civis mortos e feridos e 49 edifícios destruídos, informou hoje o Ministério do Interior da Ucrânia.

“Os ocupantes [russos] atacaram com foguetes NURS, 9N723 Iskander-M, lançadores múltiplos de foguetes Uragan e Smerch e artilharia”, disse o ministério numa mensagem no Telegram, recolhida pela agência de notícias ucraniana Unian.

De acordo com aquele departamento governamental, 33 edifícios residenciais, incluindo cinco blocos de apartamentos, uma escola, uma creche, uma faculdade de medicina, um palácio, uma estação rodoviária e empresas foram destruídos.

Os militares russos bombardearam 15 centros populacionais na região, especificamente Pokrovsk, Avdiivka, Toretsk, Bajmut, Kostiantynivka, Pivdenne, Zalizne, Novooleksandrivka, Zhuravka, Illinka, Starodubivka, Udachne, Umanske, Druzhby e Pereizne.

No sábado, segundo o governador de Donetsk, Pavlo Kyrylenko, três civis morreram e outros 12 ficaram feridos no bombardeamento russo.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de cinco mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A ofensiva militar russa causou a fuga de mais de 16 milhões de pessoas, das quais mais de 5,7 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

Também segundo as Nações Unidas, 15,7 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

JML // ACL

By Impala News / Lusa

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