PS, PSD e PCP deixam alertas para a defesa da democracia “todos os dias”

PS, PSD e PCP deixaram hoje alertas para a pedagogia e a defesa “todos os dias” do regime democrático em Portugal, no final da primeira reunião plenária da XIV legislatura, no parlamento.

PS, PSD e PCP deixam alertas para a defesa da democracia

PS, PSD e PCP deixam alertas para a defesa da democracia “todos os dias”

PS, PSD e PCP deixaram hoje alertas para a pedagogia e a defesa “todos os dias” do regime democrático em Portugal, no final da primeira reunião plenária da XIV legislatura, no parlamento.

Lisboa, 25 out 2019 (Lusa) — PS, PSD e PCP deixaram hoje alertas para a pedagogia e a defesa “todos os dias” do regime democrático em Portugal, no final da primeira reunião plenária da XIV legislatura, na Assembleia da República.

Ana Catarina Mendes, nova líder parlamentar do PS, fez a defesa do regime democrático e da importância da Assembleia da República, depois de saudar a reeleição de Ferro Rodrigues como presidente do parlamento, sublinhando a “expressiva votação” que teve — 178 votos a favor em 230 possíveis.

“O parlamento é a casa mãe da democracia e tem felizmente vindo a ganhar nos últimos anos mais importância. Todos os que aqui se sentam têm um mandato popular para honrar, mesmo os que assumidamente dão pouco valor à função de deputado ou os que aqui venham com a intenção expressa de a desvalorizar, cabe-nos a todos nós, todos os dias, defender a democracia”, afirmou, sem identificar a quem se dirigia.

Fernando Negrão, do PSD, foi o segundo a falar, para dizer que “hoje é dia de festa da democracia”, para de “celebrar a democracia” e defendeu que “é importante” fazer essa pedagogia.

“Estamos a celebrar a democracia, e isso é muito importante. Essa pedagogia é fundamental fazer-se, porque todos os dias corremos o risco de perder a democracia. E por isso é nossa obrigação todos os dias lutar por mais liberdade e por mais democracia”, afirmou Negrão, que foi líder parlamentar dos sociais-democratas na anterior legislatura.

João Oliveira, líder parlamentar dos comunistas, fez igualmente a defesa do regime democrático saído do 25 de Abril de 1974.

E fez votos para que o parlamento “dê expressão concreta à defesa do regime democrático, à defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, à defesa dos direitos do povo português, direitos e valores conquistados com a revolução e Abril e consagrados na nossa Constituição”.

NS/IEL // ACL

By Impala News / Lusa

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