PS considera “indispensável” nova audição a Constâncio e a ex-vice-governador sobre a Caixa

PS considera “indispensável que a Comissão volte a questionar Vítor Constâncio, e o então vice-governador do Banco de Portugal, face à “omissão inexplicável dos seus depoimentos”.

PS considera

PS considera “indispensável” nova audição a Constâncio e a ex-vice-governador sobre a Caixa

PS considera “indispensável que a Comissão volte a questionar Vítor Constâncio, e o então vice-governador do Banco de Portugal, face à “omissão inexplicável dos seus depoimentos”.

Lisboa, 07 jun 2019 (Lusa) – O líder parlamentar do PS considerou hoje “indispensável que a Comissão de Inquérito à Caixa volte a questionar Vítor Constâncio, mas também o então vice-governador do Banco de Portugal Pedro Duarte Neves, face à “omissão inexplicável dos seus depoimentos”.

“O grupo parlamentar do PS entende indispensável voltar a questionar Vítor Constâncio, tal como por exemplo o então vice-governador Pedro Duarte Neves, face à omissão inexplicável dos seus depoimentos a esse respeito na Comissão de Inquérito”, referiu Carlos César, numa declaração à Lusa.

O jornal Público noticia hoje que Vítor Constâncio omitiu do parlamento que, em 2007, quando era governador do Banco de Portugal (BdP) autorizou o investidor José Berardo a levantar 350 milhões da Caixa Geral de Depósitos (CGD) para comprar ações do BCP.

De acordo com o Público, esta omissão coloca em causa o depoimento de 28 de março, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) à gestão da CGD, ocasião em que o ex-vice-presidente do Banco Central Europeu disse que o BdP não podia saber que a CGD ia financiar Berardo, antes de o crédito ser dado.

Depois destas notícias, PSD, BE, CDS e PCP anunciaram que vão pedir uma nova audição de Vítor Constâncio na comissão de inquérito sobre a Caixa, bem como o acesso às atas das reuniões do Conselho de Administração do Banco de Portugal.

O CDS-PP defendeu mesmo que, caso se comprove que o antigo governador do Banco de Portugal mentiu à Comissão parlamentar de inquérito sobre a Caixa, o caso deve ser entregue ao Ministério Público porque “tem contornos criminais”.

SMA // JPS

By Impala News / Lusa

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