Presidente do Conselho Nacional do CDS-PP diz que reunião de sexta-feira foi “clara” e “legítima”

O presidente do Conselho Nacional do CDS defendeu hoje que a reunião do órgão máximo do partido entre congressos foi “absolutamente clara” e “legítima”.

Presidente do Conselho Nacional do CDS-PP diz que reunião de sexta-feira foi

Presidente do Conselho Nacional do CDS-PP diz que reunião de sexta-feira foi “clara” e “legítima”

O presidente do Conselho Nacional do CDS defendeu hoje que a reunião do órgão máximo do partido entre congressos foi “absolutamente clara” e “legítima”.

Lisboa, 31 out 021 (Lusa) – O presidente do Conselho Nacional do CDS defendeu hoje que a reunião do órgão máximo do partido entre congressos foi “absolutamente clara” e “legítima”, e afirmou não temer “confrontos com a lei” por estar “certo da correção do processo”.

Numa conferência de imprensa na sede do CDS, em Lisboa, Filipe Anacoreta Correia defendeu que a reunião do Conselho Nacional de sexta-feira passada — onde foi aprovado adiamento do Congresso do CDS em que o eurodeputado Nuno Melo ia disputar a liderança do partido com o atual presidente, Francisco Rodrigues dos Santos — foi “absolutamente clara” e “legítima” na sua “condução e na forma como se constituiu”, reagindo às críticas segundo as quais a sua convocatória foi ilegal e as suas deliberações inválidas.

“Teve uma participação vastíssima alargada, livre, e aquilo que verifico é que alguns membros do partido, sejam eles conselheiros nacionais ou não, pretendiam evitar, impedir, obstaculizar, que esse Conselho Nacional pudesse constituir-se e deliberar”, avançou.

Segundo o presidente do Conselho Nacional, participaram na reunião “mais de 300 pessoas”, correspondendo a “mais de 80% dos conselheiros nacionais” — “um dos Conselhos Nacionais mais participados da história do partido” -, tendo votado “em vários momentos, mais de 250 conselheiros nacionais”.

“É tudo absolutamente claro, nós estamos disponíveis para todo o tipo de sindicância que possa haver nos órgãos próprios (…) não tememos esse confronto com a lei, com os órgãos, seja com o Tribunal Constitucional. Pelo contrário, até o desejamos, porque estamos tão certos da correção do processo”, defendeu.

TA // SLX

By Impala News / Lusa

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