Presidente da Ucrânia diz que o conflito no seu país “acordou” a NATO

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, afirmou hoje que “a agressão russa” contra o seu país fez acordar a NATO que, defendeu, tem cada vez mais peso face aos desafios à segurança internacional.

Presidente da Ucrânia diz que o conflito no seu país

Presidente da Ucrânia diz que o conflito no seu país “acordou” a NATO

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, afirmou hoje que “a agressão russa” contra o seu país fez acordar a NATO que, defendeu, tem cada vez mais peso face aos desafios à segurança internacional.

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, afirmou hoje que “a agressão russa” contra o seu país fez acordar a NATO que, defendeu, tem cada vez mais peso face aos desafios à segurança internacional.

“A agressão russa levou a NATO a reforçar significativamente o seu trabalho, posso mesmo dizer que a NATO acordou”, disse Poroshenko antes de uma reunião da comissão NATO-Ucrânia em que participou o secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg.

“O preso e o papel da NATO aumentam ainda mais com os novos desafios à segurança internacional no contexto dos acontecimentos em torno da Ucrânia”, acrescentou.

“Os aliados estão cada vez mais convencidos da necessidade de unir esforços para a defesa mútua, da importância de aumentar o gasto em despesa e a sua presença no mundo”, disse.

Stoltenberg reafirmou por seu turno que a NATO “está solidária” com Kiev face às “ações agressivas” da Rússia.

“Estamos aqui para mostrar a solidariedade da NATO com a Ucrânia e o nosso apoio firme à soberania e à integridade territorial do vosso país”, disse.

Estas declarações foram feitas um dia depois de o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Rex Tillerson, ter visitado Kiev e apelado à Rússia para “dar um primeiro passo em favor de uma redução da intensidade do conflito” no leste da Ucrânia. Mais de 10.000 pessoas, entre civis, militares e grupos armados, morreram desde o início do conflito entre o exército ucraniano e separatistas pró-russos, em 2014, seguido da anexação da península ucraniana da Crimeia pela Rússia.

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