Presidenciais: Votação em freguesia de Águeda decorre com normalidade após boicote

A população da União de Freguesias de Belazaima do Chão, Agadão e Castanheira do Vouga, em Águeda, boicotou o início das eleições presidenciais para contestar a falta de médico, mas tudo decorre agora com normalidade.

Presidenciais: Votação em freguesia de Águeda decorre com normalidade após boicote

Presidenciais: Votação em freguesia de Águeda decorre com normalidade após boicote

A população da União de Freguesias de Belazaima do Chão, Agadão e Castanheira do Vouga, em Águeda, boicotou o início das eleições presidenciais para contestar a falta de médico, mas tudo decorre agora com normalidade.

A população da União de Freguesias de Belazaima do Chão, Agadão e Castanheira do Vouga, em Águeda, boicotou o início das eleições presidenciais para contestar a falta de médico, mas tudo decorre agora com normalidade.

Esta manhã, os populares colocaram pedras de grandes dimensões, barreiras em ferro e cartazes onde se lê “Protesto. Não Vote!” à porta das entradas das mesas de voto para protestar contra a falta de médico de família há um ano, afirmou Vasco Oliveira.

Contudo, a normalidade foi reposta antes das 11h00, altura em que abriram as urnas nesta freguesia do distrito de Aveiro, sublinhou. “Tudo decorre agora com normalidade, mas a abstenção está perto dos 100%”, contou o presidente da Junta.

Apesar de lamentar e de não concordar com “este tipo de atitudes”, Vasco Oliveira referiu “perceber perfeitamente a indignação” das pessoas. Há cerca de um ano que esta freguesia, com 90 quilómetros quadrados, perdeu o médico de família e a enfermeira que trabalhavam na extensão de saúde, não tendo sido até agora substituídos, explicou.

“Estamos a falar de uma população envelhecida que se vê privada de um meio de primeira necessidade que é a saúde”, contou.

Vasco Oliveira considerou que a pandemia de covid-19 não pode ser “justificação para tudo”, lembrando que algumas pessoas estão a mais de 20 quilómetros do centro de Águeda.

Não exigindo a prestação de cuidados médicos diários, como acontecia até então, o presidente desta união de freguesias quer, pelo menos, a existência de “serviços mínimos”.

 

 

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