Presidenciais: Ana Gomes saúda afluência mas lamenta por quem não pode votar

A candidata presidencial Ana Gomes saudou a afluência às urnas nas eleições deste domingo, mas lamentou que muitos dos que “quereriam votar” não o pudessem ter feito, em particular os emigrantes.

Presidenciais: Ana Gomes saúda afluência mas lamenta por quem não pode votar

Presidenciais: Ana Gomes saúda afluência mas lamenta por quem não pode votar

A candidata presidencial Ana Gomes saudou a afluência às urnas nas eleições deste domingo, mas lamentou que muitos dos que “quereriam votar” não o pudessem ter feito, em particular os emigrantes.

A candidata presidencial Ana Gomes saudou a afluência às urnas nas eleições deste domingo, mas lamentou que muitos dos que “quereriam votar” não o pudessem ter feito, em particular os emigrantes.

“Foi bom ter esperado um bocadinho, é sinal de que há uma boa afluência, o voto é um direito, mas é também um dever cívico. É muito significativo que tantos e tantas cidadãs se tenham mobilizado para ir votar”, afirmou Ana Gomes em declarações aos jornalistas, depois de ter aguardado cerca de meia hora na fila para votar na secção n.º 2 da Escola Secundária de Cascais.

A militante do PS lamentou, tal como foi alertando ao longo da campanha, que hoje “muitas pessoas que quereriam votar não poderão” fazê-lo, questionando porque não se encontraram alternativas atempadamente, como o voto eletrónico.

“Uns porque estão doentes, outros em isolamento profilático. Tenho particular pena que muitos dos nossos emigrantes não tenham podido votar e só não votaram porque não se legislou a tempo e horas”, disse.

Portugal elege o 20.º Presidente da República e o sexto em democracia. Para o sufrágio estão inscritos 10.865.010 eleitores, mais 1.208.536 do que nas eleições presidenciais de 2016.

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