PR guineense disse que “há crimes que não prescrevem” depois de receber familiar de “Nino” Vieira

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, afirmou hoje que “há crimes que não prescrevem”, referindo-se ao processo sobre o homicídio do antigo chefe de Estado “Nino” Vieira, e quando questionado pelos jornalistas sobre o seu arquivamento.

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PR guineense disse que “há crimes que não prescrevem” depois de receber familiar de “Nino” Vieira

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, afirmou hoje que “há crimes que não prescrevem”, referindo-se ao processo sobre o homicídio do antigo chefe de Estado “Nino” Vieira, e quando questionado pelos jornalistas sobre o seu arquivamento.

“Há crimes que não prescrevem”, afirmou Umaro Sissoco Embaló, quando questionado pelos jornalistas sobre o arquivamento do processo e depois de um encontro com familiares de “Nino” Vieira.

“Eu sou o Presidente da República, Presidente da concórdia nacional, da reconciliação. Eu não sei se o processo está arquivado. Se dizem que o processo está arquivado, não sou delegado do Ministério Público ou Procurador-Geral da República e não sei se está arquivado ou não”, acrescentou o chefe de Estado guineense.

Umaro Sissoco Embaló voltou a afirmar que “Nino” Vieira, assassinado em março de 2009, é uma figura lendária e património do Estado da Guiné-Bissau.

“Este homem libertou a Guiné-Bissau e permitiu-nos hoje ser livres”, disse.

Os restos mortais de “Nino” Vieira, que estavam no cemitério de Bissau, foram segunda-feira trasladados para a fortaleza da Amura, onde já estão sepultados os antigos presidentes eleitos Malam Bacai Sanha e Kumba Ialá e Amílcar Cabral, pai da nação guineense.

Alguns filhos de “Nino” Vieira criticaram a forma como o processo foi feito, apesar de aceitarem que os restos mortais do antigo presidente sejam postos na Amura.

João Bernardo “Nino” Vieira declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau a 24 de setembro de 1973 e foi o primeiro presidente eleito democraticamente no país.

“Nino” Vieira foi assassinado na sua residência em Bissau, em março de 2009, horas depois de o antigo chefe das forças armadas ter sido morto numa explosão no Estado-Maior.

O Ministério Público guineense realizou uma investigação, mas o processo acabou por ser arquivado por falta de acusação.

MSE // PJA

By Impala News / Lusa

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