PR brasileiro pede a militares que aceitem sacrifícios face a mudanças no pagamento de pensões

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse hoje que os militares do país terão que fazer sacrifícios e aceitar as mudanças no sistema de pagamento de pensões por reforma que serão apresentadas pelo Governo.

PR brasileiro pede a militares que aceitem sacrifícios face a mudanças no pagamento de pensões

PR brasileiro pede a militares que aceitem sacrifícios face a mudanças no pagamento de pensões

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse hoje que os militares do país terão que fazer sacrifícios e aceitar as mudanças no sistema de pagamento de pensões por reforma que serão apresentadas pelo Governo.

“O que eu quero dos senhores é sacrifício também. Entraremos sim, numa nova Previdência que atingirá os militares, mas não esqueceremos as especificidades de cada força”, afirmou Bolsonaro, numa cerimónia de celebração dos 211 anos do Corpo de Fuzileiros Navais no centro da cidade brasileira do Rio de Janeiro.

No último dia 20 de fevereiro, o Governo brasileiro apresentou uma proposta ampla de mudanças no sistema de pagamento de pensões, mas não incluiu as regras que serão aplicadas no caso dos militares.

Na altura, o Governo brasileiro explicou que enviaria, num prazo de 30 dias, um projeto de lei separado detalhando as mudanças específicas para os militares.

Uma das promessas de campanha eleitoral de Bolsonaro era a reforma do sistema de pagamento de pensões, endurecendo o acesso a este benefício com a intenção diminuir o défice fiscal do Brasil que tem tido um impacto negativo nas contas do Governo brasileiro nos últimos anos.

No ano passado, este défice alcançou o equivalente a 7,09% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Este ano, analistas acreditam que o défice do sistema de pagamento de pensões deverá atingir um valor semelhante, o que influencia toda a atividade económica do Brasil e tem impacto negativo na trajetória de crescimento sustentado da economia do país, de acordo com o Governo e agentes do mercado financeiro.

CYR // VM

By Impala News / Lusa

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