Polícia de Cabo Verde apreende mais 1.750 munições de caça na Alfândega da Praia

A Polícia Nacional (PN) de Cabo Verde anunciou hoje a apreensão de mais 1.750 munições de caça na Alfândega da Praia, provenientes de França, quatro dias após ter confiscado 400 projéteis embarcados dos Estados Unidos.

Polícia de Cabo Verde apreende mais 1.750 munições de caça na Alfândega da Praia

Polícia de Cabo Verde apreende mais 1.750 munições de caça na Alfândega da Praia

A Polícia Nacional (PN) de Cabo Verde anunciou hoje a apreensão de mais 1.750 munições de caça na Alfândega da Praia, provenientes de França, quatro dias após ter confiscado 400 projéteis embarcados dos Estados Unidos.

A polícia cabo-verdiana informou, em comunicado, que a apreensão foi feita pelo Comando da Secção Fiscal da Praia, em 29 de agosto, no armazém A da Enapor, empresa que gere os portos do país, em Achada Grande Trás.

A apreensão das 1.750 munições de caça, calibre 12 milímetros, aconteceu numa operação conjunta com a Alfândega da Praia, durante o ato de verificação física/exame de dois volumes (baris), proveniente de França.

Segundo a mesma fonte, as munições foram encontradas escondidas no interior de quatro sacos de arroz de 20 quilogramas cada, que se encontravam armazenados no armazém há cerca de três meses, cujo consignatário não compareceu para fazer a desalfandegação.

Além das munições, a PN avançou ainda que também apreendeu uma arma branca (catana), que foi encontrada juntamente com a carga.

Esta é a segunda apreensão de munições nos recintos da Enapor em quatro dias, após outras 400 em 26 de agosto num contentor proveniente dos Estados Unidos da América.

Nesta operação, uma mulher com nacionalidade cabo-verdiana e norte-americana foi detida.

Em 21 de julho, a PN informou que apreendeu mais de 5.000 armas em um ano e meio só em Santiago Sul, numa região que abarca os concelhos da Praia, Ribeira Grande e São Domingos, e destruiu 1.000 já com processo transitado em julgado, sendo 400 de fabrico artesanal e 600 de armas brancas.

No que diz respeito às munições, as apreensões continuam a acontecer no país, mas os dados apontam para uma ligeira diminuição, graças ao controlo das fronteiras aéreas e marítimas.

“Há uma nova classificação por forma a se abranger e penalizar também de uma forma mais forte quem fabrica essas armas, o mesmo se diz também em relação à importação, particularmente das munições”, avisou na altura o ministro da Administração Interna, Paulo Rocha.

RIPE // VM

By Impala News / Lusa

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