Poderes executivo, judiciário e legislativo acordam pacto a favor da economia do Brasil

O Governo brasileiro anunciou hoje que os representantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário decidiram assinar um pacto de entendimento com metas para favorecer a retoma do crescimento económico do país.

Poderes executivo, judiciário e legislativo acordam pacto a favor da economia do Brasil

Poderes executivo, judiciário e legislativo acordam pacto a favor da economia do Brasil

O Governo brasileiro anunciou hoje que os representantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário decidiram assinar um pacto de entendimento com metas para favorecer a retoma do crescimento económico do país.

A decisão foi anunciada à imprensa pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, depois de um encontro do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, com os presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, da Câmara dos Deputados (câmara baixa parlamentar), Rodrigo Maia, e do Senado (câmara alta parlamentar), Davi Alcolumbre, em Brasília.

“Hoje se consolida a ideia de que se formalize um pacto de entendimento e algumas metas de interesse da sociedade brasileira, a favor da retomada do crescimento [económico]”, disse Onyx à imprensa local.

“Não podemos esquecer que o Brasil vive uma crise muito grave do ponto de vista da empregabilidade, das dificuldades do mundo da economia. [Temos] essa possibilidade de que o poder executivo, legislativo e judiciário possam dialogar a favor do Brasil”, acrescentou.

O representante do Governo brasileiro explicou que o pacto será assinado pelos representantes dos três poderes no começo de junho e vai prever esforços para aprovação das mudanças no sistema de pagamentos de pensão, da reforma tributária e ações na área de segurança pública.

O encontro aconteceu dois dias após milhares de brasileiros apoiantes de Bolsonaro saírem às ruas para defender o Governo, as reformas económicas e criticar a atuação do Congresso e STF.

As manifestações renovaram as forças do Governo brasileiro liderado por Bolsonaro, cuja avaliação vinha registando consecutivas quedas.

No final de abril, a taxa de aprovação do Governo de Bolsonaro era de 35%, em comparação com 31% que a consideravam regular e 27% que a classificaram como “péssima”, de acordo com o Instituto Ibope.

CYR // PVJ

By Impala News / Lusa

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