PM guineense diz estar em curso golpe de Estado com patrocínio de PR cessante

O primeiro-ministro guineense disse hoje estar em curso um golpe de Estado com o patrocínio do Presidente cessante do país com a finalidade de instalar Umaro Sissoco Embaló na presidência.

PM guineense diz estar em curso golpe de Estado com patrocínio de PR cessante

PM guineense diz estar em curso golpe de Estado com patrocínio de PR cessante

O primeiro-ministro guineense disse hoje estar em curso um golpe de Estado com o patrocínio do Presidente cessante do país com a finalidade de instalar Umaro Sissoco Embaló na presidência.

Bissau, 27 fev 2020 (Lusa) – O primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, disse hoje estar em curso um golpe de Estado com o patrocínio do Presidente cessante do país, José Mário Vaz, com a finalidade de instalar Umaro Sissoco Embaló na presidência.

“Por ordem do ex-Presidente José Mário Vaz, o batalhão da Presidência da República ocupou os perímetros do hotel Azalai para permitir a tomada de posse ilegal de um candidato às eleições, numa altura em que se aguarda pela decisão do Supremo Tribunal de Justiça sobre o diferendo eleitoral”, lê-se numa publicação na página de Facebook de Aristides Gomes.

O hotel Azalai é o local onde se vai desenrolar, a partir das 12:00 (mesma hora em Lisboa) a cerimónia da posse simbólica de Sissoco Embaló, sob medidas de segurança reforçada, garantida por elementos das Forças Armadas.

Várias artérias e cruzamentos de Bissau estão a ser patrulhadas por soldados armados, embora a população e os transportes circulem livremente.

Umaro Sissoco Embaló anunciou que toma posse hoje como Presidente eleito nas presidenciais de 29 de dezembro, sem aguardar pela decisão que possa sair do Supremo Tribunal de Justiça, que está a apreciar um recurso interposto pelo seu adversário na segunda volta das eleições, Domingos Simões Pereira.

O presidente do parlamento guineense, Cipriano Cassamá, que conforme a lei do país é quem concede a posse ao Presidente eleito, demarcou-se da cerimónia, alegando aguardar pela decisão do tribunal.

MB // VM

By Impala News / Lusa

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