Parceiros internacionais da Guiné-Bissau condenam ataque a Rádio Capital FM

Os parceiros internacionais da Guiné-Bissau condenaram hoje o ataque perpetrado contra a Rádio Capital FM, em Bissau, por um grupo de homens armados, salientando que “violam a liberdade de expressão e o direito à opinião”.

Parceiros internacionais da Guiné-Bissau condenam ataque a Rádio Capital FM

Parceiros internacionais da Guiné-Bissau condenam ataque a Rádio Capital FM

Os parceiros internacionais da Guiné-Bissau condenaram hoje o ataque perpetrado contra a Rádio Capital FM, em Bissau, por um grupo de homens armados, salientando que “violam a liberdade de expressão e o direito à opinião”.

Num comunicado conjunto, a ONU, a União Europeia, a União Africana, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, denominados P5, afirmam que souberam com “espanto e muita preocupação” dos atos de vandalismo às instalações da Rádio Capital FM, uma das mais ouvidas em Bissau.

“Tais atos, que violam a liberdade de expressão e o direito à informação das pessoas, são repreensíveis num Estado de direito e minam seriamente a liberdade de opinião, que é fundamental nos Estados democráticos”, refere, no comunicado divulgado à imprensa, os cinco parceiros internacionais da Guiné-Bissau.

O P5 “condena veemente” o ataque e “convida as autoridades competente a tomarem as medidas necessárias para identificar os perpetradores, para que possam ser responsabilizados perante a justiça”.

“Solicita às autoridades competentes que criem e garantam condições de segurança para os meios de comunicação social, bem como a necessária proteção dos jornalistas, para que estes possam realizar o seu trabalho livremente”, acrescenta, no comunicado, o P5.

Na madrugada de domingo, um grupo de homens armados invadiu a Rádio Capital FM e destruiu as instalações.

O ataque motivou reações de toda a sociedade civil guineense e de vários partidos políticos.

O Governo e o Presidente guineenses também condenaram o ataque, que está a ser investigado pela Polícia Judiciária do país.

MSE // PJA

By Impala News / Lusa

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