Orçamento dos Açores para 2023 aprovado em votação final global com votos contra de PS e BE

O Orçamento dos Açores para 2023 foi hoje aprovado em votação final global, com 30 votos a favor, de PSD, CDS-PP, PPM, IL, Chega, deputado independente (ex-Chega) e PAN, e 27 contra, do PS e do BE.

Orçamento dos Açores para 2023 aprovado em votação final global com votos contra de PS e BE

Orçamento dos Açores para 2023 aprovado em votação final global com votos contra de PS e BE

O Orçamento dos Açores para 2023 foi hoje aprovado em votação final global, com 30 votos a favor, de PSD, CDS-PP, PPM, IL, Chega, deputado independente (ex-Chega) e PAN, e 27 contra, do PS e do BE.

O Plano e Orçamento dos Açores para 2023, com cerca de 1,9 mil milhões de euros, destinam 753,5 milhões a investimento público, 640 milhões de euros dos quais são da responsabilidade direta do Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM).

Os dois documentos foram discutidos esta semana na Assembleia Legislativa Regional, na Horta, ilha do Faial.

O decreto legislativo regional com a proposta de Orçamento Regional alarga a gratuitidade do pagamento de creches e amas a todas as famílias, aumentando, em 15%, o complemento açoriano ao abono de família para crianças e jovens, o Complemento para Aquisição de Medicamentos pelos Idosos (COMPAMID) e o Complemento Especial para Doentes Oncológicos (CEDO).

A Remuneração Complementar Regional é atualizada em 5%.

Quanto ao Complemento Regional de Pensão, está previsto “um aumento até 15%”.

O documento prevê a privatização da maioria do capital da SATA — Azores Airlines, a companhia aérea responsável pelas ligações de e para o exterior do arquipélago.

O documento contempla ainda uma descida, para 8,75%, da taxa de IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) das micro, pequenas e médias empresas da região em 2023.

A Assembleia Legislativa dos Açores é composta por 57 deputados e, na atual legislatura, 25 são do PS, 21 do PSD, três do CDS-PP, dois do PPM, dois do BE, um da Iniciativa Liberal, um do PAN, um do Chega e um deputado independente (eleito pelo Chega).

PSD, CDS-PP e PPM, que juntos representam 26 deputados, assinaram um acordo de governação.

A coligação assinou ainda um acordo de incidência parlamentar com o Chega e com o deputado independente Carlos Furtado (ex-Chega) e o PSD um acordo com a IL.

ACG // MLS

By Impala News / Lusa

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