OE/Crise: PAN quer eleições entre fim janeiro e início de fevereiro, com tempo para AR fechar diplomas

A porta-voz do PAN defendeu hoje que as legislativas se devem realizar “entre final de fevereiro e início de janeiro”, sem serem atrasadas por “interesses político-partidários”, mas com tempo para o parlamento fechar alguns diplomas.

OE/Crise: PAN quer eleições entre fim janeiro e início de fevereiro, com tempo para AR fechar diplomas

OE/Crise: PAN quer eleições entre fim janeiro e início de fevereiro, com tempo para AR fechar diplomas

A porta-voz do PAN defendeu hoje que as legislativas se devem realizar “entre final de fevereiro e início de janeiro”, sem serem atrasadas por “interesses político-partidários”, mas com tempo para o parlamento fechar alguns diplomas.

Sem apontar uma data concreta, Inês de Sousa Real começou por dizer que, tendo de haver eleições, o PAN quer a sua realização “o quanto antes”, no final da audiência com o Presidente da República para discutir a dissolução do parlamento e a data das eleições antecipadas.

No entanto, a porta-voz do PAN defendeu, por um lado, que a campanha eleitoral deve ficar afastada do período de Natal e de fim de ano e que, por outro, haja ainda algum tempo de trabalho parlamentar, antes da dissolução.

“Se a intenção for que exista um ato eleitoral entre final de janeiro/início de fevereiro, não faz sentido que não se fechem os processos legislativos em curso e não garantir que o órgão fiscalizador do Governo esteja em funcionamento a acompanhar a atividade do Governo e a execução de fundos comunitários”, argumentou.

A porta-voz do PAN apontou como prioritários diplomas como a lei de bases do clima, os projetos ligados à petição sobre o luto parental, o alargamento da criminalização dos maus-tratos a animais que não os de companhia ou o combate à corrupção.

Questionada se o PAN seria, por essa razão, contra uma dissolução muito rápida, como a próxima semana, Inês Sousa Real considerou que tal seria “irresponsável para o país”.

“O PAN defendeu que, havendo um contexto em que é uma inevitabilidade haver eleições, que o ato eleitoral se deve realizar o quanto antes e garantir que o ato não é atrasado em função de interesses político-partidários por forças políticas que querem arrumar a sua casa primeiro”, acrescentou ainda.

SMA // ACL

By Impala News / Lusa

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