OE2023: Exportações vão representar 49% do PIB no fim deste ano

O ministro da Economia e do Mar mostrou-se convicto de que as exportações portuguesas vão representar no fim deste ano 49% do PIB e defendeu que os dados indicam que a economia nacional não se resume ao turismo.

OE2023: Exportações vão representar 49% do PIB no fim deste ano

OE2023: Exportações vão representar 49% do PIB no fim deste ano

O ministro da Economia e do Mar mostrou-se convicto de que as exportações portuguesas vão representar no fim deste ano 49% do PIB e defendeu que os dados indicam que a economia nacional não se resume ao turismo.

Durante uma intervenção no segundo e último dia do debate na generalidade da proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), no parlamento, António Costa Silva destacou o comportamento positivo da economia portuguesa ao longo deste ano, assinalando a evolução do consumo privado e da procura externa líquida.

“Vamos chegar ao fim do ano com exportações a representarem 49% do Produto Interno Bruto (PIB) português”, salientando que destes 49% do PIB, 20% correspondem ao turismo, afirmou o governante.

Isto “significa que a economia portuguesa não é só turismo”, disse, justificando este ano a evidência “clara do comportamento extraordinário” de indústrias metalomecânica e das tradicionais como o calçado, apontando para mais de 40 milhões de pares de sapatos.

Perante os dados conhecidos até à data, António Costa Silva antecipa que o país irá “bater o recorde de exportações nestas indústrias em 2022”.

“A confiança que as empresas portuguesas e as internacionais revelam na economia nacional está neste número extraordinário: tivemos no primeiro semestre deste ano investimentos de 16 mil milhões de euros, um recorde absoluto na história”, acrescentou.

O ministro indicou que no primeiro trimestre este valor ascendeu a oito mil milhões de euros, o que, disse, “significa o maior de sempre num trimestre”.

Costa Silva apelou ainda a uma atuação coletiva para que o país avance.

“Para o país avançar, para mudarmos e reforçarmos a economia portuguesa temos de ser capazes de atuar coletivamente, de construir grandes plataformas colaborativas entre os partidos, os parceiros, as empresas e os cidadãos com objetivos claros para mudar o destino do país e fortalecê-lo ainda mais”, rematou.

AAT // EA

By Impala News / Lusa

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