OE2022: PCP acusa Governo de recusar resposta e critica aumento insuficiente do salário mínimo

Jerónimo de Sousa acusou hoje o Governo de ter considerado “apenas isoladamente” as propostas do PCP, defendendo que o salário mínimo nacional continua abaixo daquilo que o país precisa.

OE2022: PCP acusa Governo de recusar resposta e critica aumento insuficiente do salário mínimo

OE2022: PCP acusa Governo de recusar resposta e critica aumento insuficiente do salário mínimo

Jerónimo de Sousa acusou hoje o Governo de ter considerado “apenas isoladamente” as propostas do PCP, defendendo que o salário mínimo nacional continua abaixo daquilo que o país precisa.

O secretário-geral comunista acusou hoje o Governo de ter considerado “apenas isoladamente” as propostas apresentadas pelo PCP no âmbito do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), defendendo que o salário mínimo nacional continua abaixo daquilo que o país precisa. “O ponto a que chegamos hoje é conhecido (…), o Governo considerou apenas isoladamente algumas das propostas do PCP”, disse Jerónimo de Sousa, durante o debate no parlamento de apreciação na generalidade da proposta de OE2022.

O secretário-geral do PCP sustentou que “só não há respostas porque o PS não quer” e que o “exemplo do Salário Mínimo Nacional confirma que não foi por falta de persistência ou abertura do PCP para que fossem encontradas soluções”.

Desde 2020, prosseguiu o dirigente comunista, que o PCP tinha apresentada a proposta de aumento do salário mínimo nacional para 850 euros e que “desde março deste ano” que o executivo socialista “fixou o objetivo de 705 euros em 2022 e 750 euros em 2023”. “Às centenas de milhares de trabalhadores com um salário de 705 euros, o que lhes resta se quiserem ter o “luxo” de sonhar com o direito à habitação? Ou como podem os jovens casais decidir com liberdade ter filhos com este salário? Não há futuro para um País baseado em baixos salários”, considerou.

CDS diz que Costa está “entre a espada e o muro”

O líder parlamentar do CDS-PP considerou hoje que a “geringonça matou a geringonça” e que o primeiro-ministro está “entre a espada e o muro” quanto ao Orçamento do Estado, e “não tem como sair” desta situação. Intervindo no debate no parlamento de apreciação na generalidade da proposta de OE2022, Telmo Correia afirmou que “aparentemente a geringonça matou a geringonça”. Na interpelação ao primeiro-ministro, o centrista disse que António Costa “está entre a espada e o muro e não tem como sair da situação em que se colocou”. LEia mais aqui

 

 

 

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