Números do défice “totalmente alinhados” com objetivos do Governo – Centeno

O ministro das Finanças afirmou que os dados das contas nacionais divulgados pelo INE estão “totalmente alinhados” com os objetivos do Governo de um défice de 0,2% para 2019.

Números do défice

Números do défice “totalmente alinhados” com objetivos do Governo – Centeno

O ministro das Finanças afirmou que os dados das contas nacionais divulgados pelo INE estão “totalmente alinhados” com os objetivos do Governo de um défice de 0,2% para 2019.

Porto, 23 set 2019 (Lusa) — O ministro das Finanças afirmou hoje que os dados das contas nacionais divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística estão “totalmente alinhados” com os objetivos do Governo de um défice de 0,2% para 2019, rejeitando a hipótese de revisão.

“Interpretamos estes números como estando totalmente alinhados com aquilo que são os nossos objetivos orçamentais para o ano. […] Nós não temos orçamentos retificativos, nós não temos que ir à Assembleia da República pedir mais dinheiro aos portugueses para pagar as despesas do Estado. Eu não pretendo fazer nenhuma revisão, este número que hoje conhecemos está alinhado e é completamente compatível com os objetivos do ano”, afirmou Mário Centeno em conferência de imprensa no Porto.

O défice situou-se em 0,8% do PIB no primeiro semestre deste ano, em contas nacionais, abaixo dos 2,2% registados no período homólogo, mas longe da meta para o conjunto do ano, de 0,2%, divulgou o INE.

“No conjunto do primeiro semestre de 2019, o saldo das AP [Administrações Públicas] totalizou -789,3 milhões de euros, correspondente a -0,8% do PIB [Produto Interno Bruto]”, informou o INE nas Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional.

O valor é inferior ao défice de -2,2% registado em igual período do ano anterior.

O INE explica que, na comparação do primeiro semestre de 2019 com o mesmo período do ano anterior, “tanto o saldo em contabilidade nacional como o saldo em contabilidade pública registaram melhorias significativas”.

Contudo, a principal rubrica a penalizar o saldo orçamental até junho foram as injeções de capital e assunção de dívidas.

PD (ECR) // JNM

By Impala News / Lusa

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