NOVO TÍTULO: Confrontos militares causam a morte de 16 pessoas em Cabinda – FLEC

A Frente para a Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) anunciou hoje a morte de 16 pessoas, nomeadamente 12 soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) e quatro civis, durante “violentos combates” na manhã de hoje.

NOVO TÍTULO: Confrontos militares causam a morte de 16 pessoas em Cabinda - FLEC

NOVO TÍTULO: Confrontos militares causam a morte de 16 pessoas em Cabinda – FLEC

A Frente para a Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) anunciou hoje a morte de 16 pessoas, nomeadamente 12 soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) e quatro civis, durante “violentos combates” na manhã de hoje.

Segundo a FLEC, os confrontos, entre soldados das FAA e das FAC, ocorreram na manhã desta segunda-feira, nas aldeias de Kisungo e Tando Masele, na região do Maiombe, município do Belize, norte de Angola.

Num “comunicado de guerra”, a FLEC diz que os seus soldados recuperaram armamentos deixados pelos militares das FAA e salienta que oito soldados das Forças Armadas Angolanas ficaram igualmente feridos.

“A intensificação dos combates feitas em operações de grande envergadura lançadas esta segunda-feira pelas FAC visam recuperar as zonas conquistadas pelos invasores angolanos”, lê-se no comunicado assinado hoje pelo comandante da Região Militar de Belize, tenente-general Gelson Fernandes N´Kasu.

A FLEC adianta também que “neste período de operações militares de grande envergadura em todo o território de Cabinda contra a invasão militar angolana, o Alto Comandante Militar das FAC aconselha todas as empresas estrangeiras a suspenderem todas as suas atividades e deixar o território de Cabinda”.

A província angolana de Cabinda, onde se concentra a maior parte das reservas petrolíferas do país, não é contígua ao restante território e desde há anos que líderes locais defendem a independência, alegando uma história colonial autónoma de Luanda.

A FLEC, através do seu “braço armado”, as FAC, luta pela independência daquela província, alegando que o enclave era um protetorado português, tal como ficou estabelecido no Tratado de Simulambuco, assinado em 1885, e não parte integrante do território angolano.

DYAS // PJA

Lusa/Fim

By Impala News / Lusa

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