Navalny: Adiada sem data marcada sessão informal do Conselho de Segurança

O projeto de sessão informal e à porta fechada do Conselho de Segurança da ONU sobre o caso do opositor russo Alexei Navalny não vai concretizar-se na quarta-feira como inicialmente previsto, anunciaram hoje fontes diplomáticas.

Navalny: Adiada sem data marcada sessão informal do Conselho de Segurança

Navalny: Adiada sem data marcada sessão informal do Conselho de Segurança

O projeto de sessão informal e à porta fechada do Conselho de Segurança da ONU sobre o caso do opositor russo Alexei Navalny não vai concretizar-se na quarta-feira como inicialmente previsto, anunciaram hoje fontes diplomáticas.

O projeto de sessão informal e à porta fechada do Conselho de Segurança da ONU sobre o caso do opositor russo Alexei Navalny não vai concretizar-se na quarta-feira como inicialmente previsto, anunciaram hoje fontes diplomáticas.

A ideia apresentada pela Estónia, membro não permanente do Conselho de Segurança, “não foi totalmente abandonada mas não haverá nada esta semana”, disse um diplomata à agência noticiosa AFP.

A sessão “não será amanhã [quarta-feira] nem esta semana”, conformaram duas outras fontes, que também se exprimiram sob anonimato.

Esta reunião deveria originar novas tensões com a Rússia e diversos membros do Conselho de Segurança estavam renitentes, incluindo entre os aliados europeus da Estónia, segundo as fontes diplomáticas.

Oficialmente, este país e ex-república soviética, pretendia centrar a reunião sobre o suposto envenenamento do opositor russo com um agente neurotóxico em 2020, mas era provável que outros países também aproveitassem a ocasião para abordar este tema.

O envenenamento do opositor já foi discutido no Conselho de Segurança no decurso de reuniões mais gerais sobre a proibição do recurso a armas químicas.

Moscovo considera o caso do opositor russo um “assunto interno da Rússia” e rejeitou firmemente qualquer ingerência externa neste tema.

Alexei Navalny, que arrisca vários anos de prisão, declarou hoje perante um tribunal que o seu caso de destina a amedrontar a população e pôr termo ao crescente movimento de contestação ao poder de Vladimir Putin.

 

 

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