Motoristas: Ministro da Defesa destaca “grande espírito de missão” das Forças Armadas

João Gomes Cravinho, ministro da Defesa, garantiu hoje que a ação de militares das Forças Armadas durante a greve dos motoristas de pesados não colocou em causa as “missões habituais” da Marinha, da Força Aérea e do Exército.

Motoristas: Ministro da Defesa destaca

Motoristas: Ministro da Defesa destaca “grande espírito de missão” das Forças Armadas

João Gomes Cravinho, ministro da Defesa, garantiu hoje que a ação de militares das Forças Armadas durante a greve dos motoristas de pesados não colocou em causa as “missões habituais” da Marinha, da Força Aérea e do Exército.

João Gomes Cravinho, ministro da Defesa Nacional, garantiu hoje que a ação de militares das Forças Armadas durante a greve dos motoristas de pesados não colocou em causa as “missões habituais” da Marinha, da Força Aérea e do Exército. “Foi possível fazer este esforço sem pôr em causa as missões habituais, quer seja de defesa de soberania, quer sejam outras, nomeadamente de apoio à Proteção Civil”, afirmou o ministro no final de uma visita ao Comando Conjunto para as Operações Militares, em Oeiras, na qual esteve também o primeiro-ministro, António Costa.

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João Cravinho fala em “missão cumprida”

Gomes Cravinho lembrou que “há um plano de patrulhamento em que estão os diferentes ramos das Forças Armadas com o Instituto Nacional de Conservação de Florestas” e assinalou que “tudo isso continuou de forma absolutamente normal”. Nestes dias, homens e mulheres das Forças Armadas efetuaram 161 transportes. “Houve da parte das Forças Armadas um grande espírito de missão, um grande espírito de sacrifício, um grande profissionalismo na organização do trabalho dos diferentes ramos”, sublinha o ministro da Defesa Nacional, adiantando: “Penso que demonstram agora uma grande satisfação por terem a missão cumprida”.

 

Palavras de António Costa

Para João Gomes Cravinho, a presença do primeiro-ministro no Comando Conjunto para as Operações Militares e as palavras que endereçou aos militares, nomeadamente de agradecimento pelo trabalho que fizeram, foi “um estímulo muito grande”. António Costa afirmou ainda esperar que o país não volta a enfrentar uma situação idêntica.  No entanto, “é muito reconfortante para o país saber que, se uma situação como esta voltar a acontecer, temos capacidade das nossas Forças Armadas não só para responder como também para escalar essa evolução em caso de necessidade”, disse o chefe de Governo.

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