Motoristas: Ministério da Sáude diz que abastecimentos dos hospitais não está em risco

Ministério da Saúde afirma que todas as unidades de saúde estão a funcionar normalmente, depois de André Matias de Almeida, advogado da ANTRAM, ter dito que os abastecimentos a hospitais das zonas de Lisboa, Leiria e Coimbra “ficam, nas próximas 24 horas, seriamente comprometidos”.

Motoristas: Ministério da Sáude diz que abastecimentos dos hospitais não está em risco

Motoristas: Ministério da Sáude diz que abastecimentos dos hospitais não está em risco

Ministério da Saúde afirma que todas as unidades de saúde estão a funcionar normalmente, depois de André Matias de Almeida, advogado da ANTRAM, ter dito que os abastecimentos a hospitais das zonas de Lisboa, Leiria e Coimbra “ficam, nas próximas 24 horas, seriamente comprometidos”.

Ministério da Saúde afirma que todas as unidades de saúde estão a funcionar normalmente, depois de André Matias de Almeida, advogado da ANTRAM, ter dito que os serviços mínimos foram “incumpridos esta manhã” e os abastecimentos a hospitais das zonas de Lisboa, Leiria e Coimbra “ficam, nas próximas 24 horas, seriamente comprometidos”.  O Ministério da Saúde “não tem conhecimento, até ao momento, de constrangimentos no fornecimentos de quaisquer bens essenciais, designadamente gases medicinais, aos hospitais/centros de saúde, estando todas as unidades a funcionar normalmente”, referiu em oficial enviada à Lusa.

O Ministério recorda ainda que “o abastecimento aos hospitais e centros de saúde está garantido através do acesso à REPA (Rede Estratégica de Postos de Abastecimento)” e que “está ainda garantido o acesso de todas as entidades, definidas como prioritárias, que prestem serviços de emergência médica e de transporte de medicamentos e dispositivos médicos”, conforme a resolução de Conselho de Ministros de 9 de agosto.

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Esta resposta do Ministério da Saude surge depois de André Matias de Almeida ter afirmado que os serviços mínimos foram “incumpridos esta manhã” e os abastecimentos a hospitais das zonas de Lisboa, Leiria e Coimbra “ficam, nas próximas 24 horas, seriamente comprometidos”, afirmou o advogado da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), referindo ainda que “é urgente que o Governo decrete a requisição civil total para quem, insensível sequer ao abastecimento a hospitais, insiste em incumprir os serviços mínimos”.

Quanto aos serviços mínimos que estão a ser cumpridos, a ANTRAM salientou que “as médias dos cálculos feitos nas empresas de matérias perigosas resulta numa velocidade de circulação dos camiões conduzidos por grevistas de 40km/hora”, que considera “muito abaixo de qualquer média”. Para a associação patronal, isto “destina-se a fazer com que seja ultrapassado o limite horário diário de trabalho”, lembrando também que, caso os motoristas cumpram apenas as oito horas de trabalho e se recusem a completar o serviço ao qual estão adstritos, “estão a incumprir a convenção coletiva” de trabalho, que estabelece “para estes motoristas a obrigação de uma isenção de horário de trabalho e naturalmente um pagamento de um complemento salarial”.

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