Moção estratégica de Celso Nunes, apresentada no congresso da Aliança, com seis prioridades

A defesa da liberdade, a promoção da saúde, da educação e do desenvolvimento humano, a sustentabilidade do ambiente e as relações externas são as prioridades da moção estratégica global alternativa apresentada hoje no congresso da Aliança, em Évora.

Moção estratégica de Celso Nunes, apresentada no congresso da Aliança, com seis prioridades

Moção estratégica de Celso Nunes, apresentada no congresso da Aliança, com seis prioridades

A defesa da liberdade, a promoção da saúde, da educação e do desenvolvimento humano, a sustentabilidade do ambiente e as relações externas são as prioridades da moção estratégica global alternativa apresentada hoje no congresso da Aliança, em Évora.

A moção, intitulada “Desenvolver Portugal”, é subscrita e foi apresentada pelo delegado ao congresso nacional do partido Celso Pereira Nunes.

Mesmo sem ter recolhido as 100 assinaturas de que necessitava para apresentar a sua moção, Celso Nunes recebeu “luz verde” para transmitir as suas ideias e, no palco, elencou as seis prioridades do documento.

Afirmação, defesa e promoção da liberdade, promoção da saúde “através de políticas de conceção holística”, promoção da educação e da formação ao longo da vida, promoção do desenvolvimento humano, promoção de um rumo sustentável para o ambiente e as relações externas são os eixos da moção, consultada pela agência Lusa.

Logo no início da intervenção, Celso Nunes dirigiu-se aos delegados e observadores presentes na sala e apresentou-se: “O meu nome não é Tino, nem sou de Rans, nem sou socialista, mas vou ter que dizer algumas coisas básicas e atirar uma pedra ao ar”.

O subscritor da moção, professor universitário, disse ser, pela “primeira vez”, graças à Aliança fundada por Pedro Santana Lopes, militante de um partido político, mas contestou o facto de necessitar de 100 assinaturas para apresentar uma moção.

“Se usarmos formas antigas de fazer política internamente, estaremos no máximo a discutir os dois milhões de votos com outros dois partidos”, alertou.

Mas, se “pensarmos fora da caixa” e “mostrarmos que no Aliança a competência não precisa de 100 assinaturas para ser votada iremos disputar os 4,5 milhões de votos que não existem por abstenção, votos brancos e votos nulos”, contrapôs.

Segundo Celso Nunes, “a ideia que as pessoas” têm dos partidos políticos é a de que acolhem “bajuladores”, mas, naquilo que depender de si, a Aliança “será um partido novo, com uma democracia interna e sem leis de ferro oligárquicas”.

Durante o discurso de Celso Nunes, diversos delegados foram saindo da sala, regressando só depois, para ouvirem a apresentação da moção estratégica global subscrita pelo líder e fundador do partido Pedro Santana Lopes.

Um delegado até interrompeu a intervenção de Celso Nunes, interrogando-o sobre o que estava ali a fazer, mas a presidente da mesa do congresso, Ana Costa Freitas, não deixou que as perguntas continuassem: “Temos de o deixar acabar, vamos respeitar, são 10 minutos” de intervenção.

RRL // JPS

By Impala News / Lusa

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