Moçambique promove fórum de negócios em Pequim

Moçambique promove fórum de negócios em Pequim

Moçambique promove, a partir de domingo, em Pequim, um encontro de negócios entre empresários moçambicanos e chineses, evento que vai decorrer em paralelo com o terceiro edição do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), na segunda e terça-feira.

De acordo com informação oficial do Governo moçambicano, o encontro vai contar, na sessão de abertura, com a presença do Presidente da República, Filipe Nyusi, com ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, diretor-geral da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX) de Moçambique, Lourenço Sambo, e do presidente da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Omar Mithá.

Durante o evento, que conta com a organização da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, o diretor da APIEX vai debruçar-se sobre o quadro legal do investimento no país e o presidente da ENH, empresa que gere as participações do Estado moçambicano no setor de hidrocarbonetos, vai apresentar o quadro das oportunidades de negócios no setor de petróleo e gás natural.

O diretor executivo da multinacional australiana Baobab Resources Limited, Ben James, vai abordar as oportunidades de investimento na indústria extrativa em Moçambique, concentrando-se no projeto de ferro vanádio que a empresa está a desenvolver na província de Tete, centro de Moçambique.

Durante o fórum, está prevista a assinatura de memorandos de entendimento entre empresas e empresários dos dois países, com vista à definição de parcerias.

A terceira edição do FOCAC deverá juntar em Pequim, dezenas de chefes de Estado e de Governo do continente africano.

A cimeira contará com três novos países, incluindo São Tomé e Príncipe, que se junta aos restantes países africanos de língua portuguesa, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.

As restantes estreias são o Burkina Faso e a Gâmbia, que elevam assim para 53 o número de nações africanas com relações com a China.

Desde 2015, a média anual do investimento direto da China no continente fixou-se em 3.000 milhões dólares (2.500 milhões de euros), com destaque para novos setores como indústria, finanças, turismo e aviação.

O primeiro Fórum de Cooperação China-África aconteceu em Pequim, em 2006, e a segunda edição decorreu na África do Sul, em 2015.

PMA//PVJ

By Impala News / Lusa

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