MNE moçambicana lembra Oldemiro Balói como “distinto dirigente”

A chefe da diplomacia moçambicana lamentou hoje a morte do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Oldemiro Balói, lembrando-o como um “distinto dirigente”.

MNE moçambicana lembra Oldemiro Balói como

MNE moçambicana lembra Oldemiro Balói como “distinto dirigente”

A chefe da diplomacia moçambicana lamentou hoje a morte do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Oldemiro Balói, lembrando-o como um “distinto dirigente”.

“Perdemos um grande amigo, estimado camarada e distinto dirigente moçambicano, que desde a independência nacional participou ativamente na construção da nação moçambicana”, referiu Verónica Macamo, citada numa nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação moçambicano morreu na segunda-feira, vítima de doença, numa unidade hospitalar da África do Sul, para onde foi levado em 22 de fevereiro para tratamento médico.

“Neste momento de imensurável dor, curvamo-nos perante a memória do malogrado e transmitimos as nossas condolências à sua estimada família”, acrescentou a nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, que avança ainda que está a preparar a transladação do corpo e as exéquias fúnebres de Oldemiro Balói.

Oldemiro Balói tinha 66 anos, era natural de Maputo e liderou a diplomacia moçambicana entre 2008 e 2017, sob a presidência de Armando Guebuza até 2015 e, depois, sob liderança de Filipe Nyusi, atual chefe de Estado e presidente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo).

Em 2019, liderou a missão de observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) às eleições presidenciais na Guiné-Bissau.

Durante a década de 1990 ocupou os cargos de vice-ministro da Cooperação e ministro da Indústria, Comércio e Turismo.

Entre 2012 e 2017, foi membro do comité central da Frelimo, partido no poder desde a independência.

Formado em Economia, Oldemiro Balói ocupou em diferentes ocasiões o cargo de administrador do Banco Internacional de Moçambique (Millennium Bim).

EYAC (LFO)// LFS

By Impala News / Lusa

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