‘Media’ chineses avançam que Xi avisou Biden para não “brincar com o fogo” em relação a Taiwan

Os Presidentes chinês e norte-americano tiveram hoje uma conversa telefónica “sincera e aprofundada”, segundo os ‘media’ estatais chineses, que também avançam que Xi Jinping avisou Joe Biden para não “brincar com o fogo” em relação a Taiwan.

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‘Media’ chineses avançam que Xi avisou Biden para não “brincar com o fogo” em relação a Taiwan

Os Presidentes chinês e norte-americano tiveram hoje uma conversa telefónica “sincera e aprofundada”, segundo os ‘media’ estatais chineses, que também avançam que Xi Jinping avisou Joe Biden para não “brincar com o fogo” em relação a Taiwan.

“Aqueles que brincam com o fogo acabam por se queimar”, disse o chefe de Estado chinês ao homólogo norte-americano, citado pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua (Nova China).

“Espero que o lado americano compreenda isto perfeitamente”, acrescentou.

Segundo a agência estatal, “os dois Presidentes consideraram que a sua conversa telefónica foi sincera e aprofundada”.

Do lado norte-americano, a Casa Branca informou, até ao momento, que os dois líderes conversaram durante mais de duas horas sobre as crescentes tensões entre Washington e Pequim, a propósito da questão de Taiwan e os diferendos comerciais que existem entre os dois países.

“A conversa entre o Presidente Biden e o Presidente Xi Jinping da República Popular da China terminou às 10:50 da manhã (hora local)”, disse a Casa Branca (Presidência norte-americana) numa breve declaração.

A chamada, que durou precisamente duas horas e 17 minutos, tinha começado às 08:33 locais (13:33, hora de Lisboa).

Foi a quinta conversa entre os dois líderes desde que Biden chegou à Casa Branca, em janeiro de 2021.

A conversa acontece num momento em que se fala de uma possível visita a Taiwan da líder da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, em agosto, situação que está a intensificar a tensão entre Washington e Pequim.

Pelosi ainda não anunciou oficialmente nenhuma viagem a Taiwan — território que Pequim reivindica como uma província separatista a ser reunificada pela força caso seja necessário -, mas o Governo chinês tem vindo a alertar que responderá com “medidas fortes” se a visita se confirmar.

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By Impala News / Lusa

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