Líder da ASEAN prevê adesão de Timor-Leste até final de 2023

O primeiro-ministro do Camboja, Hun Sen, que preside atualmente à Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), disse hoje estar “otimista” que a adesão de Timor-Leste esteja concluída “o mais tardar no próximo ano”.

Líder da ASEAN prevê adesão de Timor-Leste até final de 2023

Líder da ASEAN prevê adesão de Timor-Leste até final de 2023

O primeiro-ministro do Camboja, Hun Sen, que preside atualmente à Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), disse hoje estar “otimista” que a adesão de Timor-Leste esteja concluída “o mais tardar no próximo ano”.

Segundo o jornal cambojano Khmer Times, Hun Sen acrescentou que “o processo de adesão de Timor-Leste está a progredir bem”, durante a cerimónia de abertura de uma cimeira dos ministros dos Negócios Estrangeiros da ASEAN, na capital, Phnom Penh.

Na terça-feira, o mesmo jornal tinha avançado que o líder do Camboja tinha também enviado uma carta ao primeiro-ministro timorense, Taur Matan Ruak, a exprimir o seu “apoio inabalável” à adesão de Timor-Leste.

Timor-Leste é atualmente um membro observador da ASEAN, tendo apresentado a candidatura a adesão ao órgão regional em 2011.

A última missão de avaliação preliminar da ASEAN esteve em Timor-Leste no mês passado, desta vez focada nas questões económicas, disse o Presidente timorense à Lusa em 18 de julho.

José Ramos-Horta falava antes de partir para uma visita à Indonésia, que incluiu um encontro com o Presidente indonésio, Joko Widodo, que assume a presidência da ASEAN em novembro.

Ramos-Horta tinha dito em 22 de abril que a adesão à ASEAN é “uma prioridade absoluta” para Timor-Leste, que permitirá dar um “grande salto no seu desenvolvimento”.

A China, que não faz parte do bloco regional, “continua a apoiar a adesão de Timor-Leste à ASEAN”, disse em 04 de junho o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, durante uma visita a Díli.

Em 25 de maio, o Governo timorense autorizou o parlamento a elaborar uma lei sobre a recuperação de empresas e insolvência, algo que irá responder às “exigências da integração na ASEAN e na OMC” (Organização Mundial de Comércio).

VQ (ASP/PNG) // JMC

By Impala News / Lusa

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