Legislativas: Em arruada à moda do Porto, Jerónimo defendeu que PS e PSD “não vão mexer uma palha”

O secretário-geral comunista participou hoje na tradicional arruada pela Rua de Santa Catarina, no Porto, e defendeu que PS e PSD “não vão mexer uma palha” para colocar em causa a influência dos grandes interesses.

Legislativas: Em arruada à moda do Porto, Jerónimo defendeu que PS e PSD

Legislativas: Em arruada à moda do Porto, Jerónimo defendeu que PS e PSD “não vão mexer uma palha”

O secretário-geral comunista participou hoje na tradicional arruada pela Rua de Santa Catarina, no Porto, e defendeu que PS e PSD “não vão mexer uma palha” para colocar em causa a influência dos grandes interesses.

A ‘volta’ da CDU está nos instantes finais, mas antes do comício de encerramento da campanha eleitoral, em Braga, houve tempo para uma paragem no Porto, para a tradicional arruada pela Rua de Santa Catarina.

Jerónimo de Sousa integrou o desfile no final da Rua 31 de Janeiro, uma das artérias mais íngremes da “Invicta”, e percorreu a Rua de Santa Catarina, acompanhado pela cabeça de lista da CDU pelo círculo eleitoral do Porto, Diana Ferreira, e pelo ‘número três’, Manuel Loff.

Depois, o secretário-geral do PCP apelou ao voto na CDU, argumentando que mais deputados da coligação “são tão mais importantes quando vemos que PS e PSD, movidos por um acordo tácito, não vão mexer uma palha em nada que possa pôr em causa dos grandes interesses instalados”.

O membro da Comissão Política do Comité Central do PCP sustentou que ao longo da campanha o PSD de Rui Rio vestiu “a pele de cordeiro”, mas depois das eleições vai “mostrar a sua verdadeira natureza”.

Já os socialistas, continuou Jerónimo de Sousa, “bem podem fazer de amuados, bem podem fingir discórdias, mas o que ensaiam são acordos para pela mão de um ou de outro, dar andamento à política de direita”.

Minutos antes da intervenção do secretário-geral comunista, Manuel Loff aproveitou o facto de a caravana da CDU estar no coração do Porto para recordar a governação da autarquia por parte do presidente do PSD, Rui Rio, entre 2002 e 2013.

“Lembramo-nos de quem é Rui Rio, da arrogância, do autoritarismo, lembramos demasiado bem”, referiu, enquanto os apoiantes apupavam o social-democrata.

“Ele que vá embora!”, gritou várias vezes uma mulher que assistia na primeira fila às intervenções.

AFE // SF

By Impala News / Lusa

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