Juiz Carlos Alexandre sorteado para dirigir fase de instrução do processo de Tancos

O juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal Carlos Alexandre foi hoje designado, por sorteio, para realizar a instrução do processo do furto e achamento das armas de Tancos.

Juiz Carlos Alexandre sorteado para dirigir fase de instrução do processo de Tancos

Juiz Carlos Alexandre sorteado para dirigir fase de instrução do processo de Tancos

O juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal Carlos Alexandre foi hoje designado, por sorteio, para realizar a instrução do processo do furto e achamento das armas de Tancos.

O juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal Carlos Alexandre foi hoje designado, por sorteio, para realizar a instrução do processo do furto e achamento das armas de Tancos, disse à Lusa fonte daquele tribunal. Segundo a mesma fonte, ainda não foi marcada qualquer data para o início da fase da instrução do processo de Tancos, tanto mais que Carlos Alexandre se encontra a realizar “diligências”.

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Caso do furto das armas em Tancos foi divulgado pelo Exército em 29 de junho de 2017

A instrução é uma fase facultativa do processo de recolha de prova que pode ser requerida pelos arguidos para contestar a acusação, sendo dirigida por um juiz, ao contrário da fase de inquérito que é dirigida pelo Ministério Público.

O processo de Tancos tem 23 acusados, incluindo o ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes, o diretor nacional da Polícia Judiciária Militar (PJM) Luís Vieira, o ex-porta-voz da PJM Vasco Brazão e o ex-fuzileiro João Paulino, os quais respondem por um conjunto de crimes que vão desde terrorismo, associação criminosa, denegação de justiça e prevaricação até falsificação de documentos, tráfico de influência, abuso de poder, recetação e detenção de arma proibida.

O caso do furto das armas em Tancos foi divulgado pelo Exército em 29 de junho de 2017 com a indicação de que ocorrera no dia anterior, tendo a alegada recuperação do material de guerra furtado ocorrido na região da Chamusca, Santarém, em outubro de 2017, numa operação que envolveu a PJM, em colaboração com elementos da GNR de Loulé.

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