Escolta de Joacine | Ferro Rodrigues pede explicações ao parlamento

Os elementos da GNR «só podem intervir quando estiver em causa a segurança dos senhores deputados»

Escolta de Joacine | Ferro Rodrigues pede explicações ao parlamento

Escolta de Joacine | Ferro Rodrigues pede explicações ao parlamento

Os elementos da GNR «só podem intervir quando estiver em causa a segurança dos senhores deputados»

A secretaria-geral da Assembleia da República esclareceu esta quarta-feira, 27 de novembro, que os oficiais da guarda do palácio só podem acompanhar os deputados quando estiver em causa a sua segurança, na sequência do caso da aparente «escolta» de Joacine Moreira, deputada do Livre.

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GNR «só pode intervir quando estiver em causa a segurança dos deputados»

Os elementos da GNR «só podem intervir quando estiver em causa a segurança dos senhores deputados», disse à agência Lusa o secretário-geral da Assembleia da República, Albino Azevedo Soares, ao abordar o caso da aparente «escolta» de Joacine Katar Moreira, na terça-feira, por um graduado da GNR até à saída do Palácio de S. Bento, quando estava a ser questionada por um jornalista da SIC.

Ferro Rodrigues solicita explicações aos serviços de segurança do parlamento

A pedido do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, o secretário-geral solicitou aos serviços de segurança do parlamento para explicarem o caso da aparente escolta de Joacine e do seu assessor, Rafael Esteves Martins, nos corredores de S. Bento, que a Sic reproduziu nos seus noticiários de terça-feira.

Albino Azevedo Soares disse à Lusa que uma situação semelhante «nunca se verificou», pelo que esclareceu os serviços que só podem intervir «quando estiver em causa a segurança» dos deputados.

Joacine pede segurança porque não queria fazer declarações aos jornalistas

Quanto ao ocorrido, Azevedo Soares reproduziu o que lhe foi relatado pelos serviços de segurança da Assembleia. Joacine Katar Moreira estava a dar uma entrevista à televisão do Qatar Al-Jazira nos Passos Perdidos da AR e apercebeu-se que vários jornalistas portugueses estavam à sua espera nas proximidades.

Como não pretendia fazer declarações aos jornalistas portugueses, o assessor de Joacine «pediu ao serviço de segurança para acompanhar a deputada» porque esta não queria fazer declarações aos jornalistas portugueses. Um graduado da GNR foi então «destacado para acompanhar» Joacine até à saída do palácio, relatou.

Deputada do Livre envolta em polémica

A deputada do Livre tem estado envolvida em várias polémicas depois de se ter abstido num voto de condenação da ocupação istrelita em Gaza e de ter, aparentemente, falhado o prazo estabelecido pelo parlamento para a entrada de projeto de lei da nacionalidade do Livre, uma das bandeiras do partido.

«Larguem o osso»: assessor responde a polémica

No Twitter, o assessor de Joacine, Rafael Esteves Martins, tentou desvalorizar a situação, dizendo que se tratava de um guarda da GNR que estava a «olhar para a sala» e acompanhou a deputada «até ao gabinete». «Ontem um jornalista entrou-nos pelo gabinete. Foi isso. There, I said it. Larguem o osso.»

AR não informou Joacine de «acordo de cavalheiros» sobre prazo de entrega de iniciativas

O parlamento não informou a deputada única do Livre sobre o «acordo de cavalheiros» estabelecido na anterior legislatura que fixa um prazo de poucos dias para entregar projetos para serem debatidos com iniciativas do mesmo tema em plenário, avança o secretário da Mesa da Assembleia da República Duarte Pacheco.

 

 

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