Jerónimo de Sousa apresenta hoje conclusões da reunião do Comité Central

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, apresenta hoje as conclusões do Comité Central do partido, o órgão máximo entre congressos, que está reunido desde sábado na sede nacional, em Lisboa.

Jerónimo de Sousa apresenta hoje conclusões da reunião do Comité Central

Jerónimo de Sousa apresenta hoje conclusões da reunião do Comité Central

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, apresenta hoje as conclusões do Comité Central do partido, o órgão máximo entre congressos, que está reunido desde sábado na sede nacional, em Lisboa.

A primeira reunião do Comité Central desde o retomar dos trabalhos parlamentares e da rentrée política, assinalada na Festa do Avante!, servirá para a “análise da situação política e social, e tarefas do partido”, de acordo com a nota oficial dos comunistas.

O encontro acontece antes do início da discussão do Orçamento do Estado para 2023 quando o aumento do custo de vida e a inflação estão no centro do debate político e a menos de dois meses de uma conferência nacional convocada pelo partido para os dias 12 e 13 de Novembro, em Corroios, no Seixal.

Sob o lema “Tomar a iniciativa, reforçar o partido, responder às novas exigências”, esta é a quarta iniciativa do género na história dos comunistas portugueses.

Em junho, o órgão máximo entre congressos reconhecia a necessidade de apontar “orientações, prioridades e linhas de intervenção” depois das eleições legislativas de 30 de janeiro, em que a CDU (PCP/PEV) obteve o pior resultado de sempre, o PCP perdeu quatro dos dez deputados que tinha na legislatura anterior e “Os Verdes” deixaram de ter representação parlamentar.

Na reunião do Comité Central de 7 de junho, a direção do PCP defendeu a existência de uma “operação global” de teor anticomunista que incorpora “instrumentos de dominação que massificam a informação” e “invadem todos os planos da vida, visando isolar o partido e enfraquecer a sua influência”.

A “ofensiva de pendor anticomunista”, expressão utilizada pelo Comité Central, ganhou relevo durante a pandemia através da “tentativa de cerceamento de liberdades, da calúnia de dirigentes” do partido, prosseguindo com estratagemas de “mentira sobre a oposição do PCP ao Orçamento do Estado para 2022 e, agora, com expressão mais odiosa, em torno da guerra na Ucrânia”.

ACL /(AFE) // SF

By Impala News / Lusa

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