Indicador de atividade económica já está a superar níveis de 2019, diz Centeno

O indicador diário de atividade económica (DEI) do Banco de Portugal (BdP) sobre a última semana, revela que tendência de crescimento da economia portuguesa supera os valores de 2019.

Indicador de atividade económica já está a superar níveis de 2019, diz Centeno

Indicador de atividade económica já está a superar níveis de 2019, diz Centeno

O indicador diário de atividade económica (DEI) do Banco de Portugal (BdP) sobre a última semana, revela que tendência de crescimento da economia portuguesa supera os valores de 2019.

O indicador diário de atividade económica (DEI) do Banco de Portugal (BdP) sobre a última semana, que será divulgado esta quinta-feira, revela que tendência de crescimento da economia portuguesa supera os valores de 2019.

A informação foi avançada hoje pelo governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, durante a apresentação do Boletim Económico de maio, em que o banco central faz uma análise da economia em 2020, ano marcado pelo impacto da pandemia.

“O indicador diário na última semana demonstra uma recuperação muito significativa da tendência de crescimento da economia portuguesa”, precisou Mário Centeno, indicando que essa tendência “já está nestas semanas acima daquilo que é o valor de 2019 deste indicador” e revelando, por isso, crescimentos homólogos significativos face a 2020 e igualmente positivos quando a comparação é feita com 2019.

Esta evolução é reveladora, referiu ainda o governador do Banco de Portugal, da capacidade de resposta que a economia tem revelado nos momentos de reabertura – pós-desconfinamento e na sequência de decisões que geram previsibilidade.

Mário Centeno vincou que as atenções devem, assim, estar focadas, nesta capacidade de recuperação, sendo também esta capacidade que deve sustentar “todas as medidas que venham a ser adotadas”, salientando que Portugal não se deve deixar isolar no plano internacional e europeu.

Em resposta a uma questão sobre o setor do turismo, o governador salientou que este apenas não está ainda a reagir à crise devido às restrições que ainda permanecem, sendo, por isso, necessário manter as medidas de apoio enquanto as restrições se mantiverem ativas.

“[O setor do turismo] vai fazer parte do processo de recuperação assim que restrições forem levantadas”, precisou, sinalizando, porém, que apesar de este setor ter um grande peso na atividade economia (representando grosso modo cerca de 4% do Produto Interno Bruto) não é dele que o país vive.

 

 

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