Incêndio de Castro Marim. 9 mil hectares arderam, 12 localidades evacuadas e 81 pessoas retiradas

Até ao momento, 81 pessoas tiveram que ser retiradas de casa, mas não há feridos civis. A22 foi reaberta. Incêndio de Castro Marim tem um perímetro 43 quilómetros.

Incêndio de Castro Marim. 9 mil hectares arderam, 12 localidades evacuadas e 81 pessoas retiradas

Incêndio de Castro Marim. 9 mil hectares arderam, 12 localidades evacuadas e 81 pessoas retiradas

Até ao momento, 81 pessoas tiveram que ser retiradas de casa, mas não há feridos civis. A22 foi reaberta. Incêndio de Castro Marim tem um perímetro 43 quilómetros.

As autoridades fizeram, esta terça-feira, um ponto de situação do incêndio que deflagrou em Castro Marim, no Algarve. O Comandante Distrital de Faro da Proteção Civil, Richard Marques, confirma que já arderam nove mil hectares naquela zona e que o incêndio tem um perímetro 43 quilómetros, podendo as chamas vir a atingir uma área total de 20 mil hectares.

80 cães e 110 gatos foram retirados e levados para canis

Até ao momento, 81 pessoas de 12 localidades foram retiradas de suas casas por prevenção. Mas não há habitações danificadas, apenas uma oficina foi consumida pelas chamas. “Poderão haver danos”, disse. Também 80 cães e 110 gatos foram retirados e levados para os canis de Loulé e Tavira.

Nesta conferência de imprensa, a GNR confirma que já se circula na A 22 nos dois sentidos. A Via do Infante esteve cortada devido ao incêndio que começou em Castro Marim e alastrou para Tavira e Vila Real de Santo António.

Após uma “noite árdua de trabalho”, o comando distrital considera que o plano de execução de ação foi concluído com sucesso, apesar de as altas temperaturas e a rotação do vento continuarem a preocupar e a limitar o desfecho deste incêndio, esta terça-feira. A Proteção Civil destacou ainda que a “rotação do vento”, que chegou a fazer com que este incêndio tivesse a consumir 650 hectares por hora.

O alerta para o incêndio rural foi dado às 1h05 de segunda-feira e o fogo chegou a ser dado como dominado pelas 10h20, mas o “quadro meteorológico severo”, com altas temperaturas e vento, estiveram na origem de uma “reativação muito forte, em pleno período crítico do dia, junto à cabeça/flanco direito do incêndio original, e este ficou rapidamente fora da capacidade de extinção”, explicou anteriormente o comandante operacional regional de Faro, Richard Marques. As chamas chegaram depois aos concelhos vizinhos de Vila Real de Santo António e Tavira.

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