Governo apela ao “civismo” e à “maturidade” dos portugueses

Governo não hesitará em exercer as “competências próprias” caso a greve dos motoristas avance e os serviços mínimos fixados não sejam cumpridos. António Costa apelou ainda ao “civismo” e à “maturidade” dos portugueses.

Governo apela ao

Governo apela ao “civismo” e à “maturidade” dos portugueses

Governo não hesitará em exercer as “competências próprias” caso a greve dos motoristas avance e os serviços mínimos fixados não sejam cumpridos. António Costa apelou ainda ao “civismo” e à “maturidade” dos portugueses.

Governo não hesitará em exercer as “competências próprias”, adotando outras medidas, caso a greve dos motoristas avance e os serviços mínimos fixados não sejam cumpridos, afirmou António Costa hoje aos portugueses no final da reunião de emergência, destinada a coordenar a resposta aos efeitos da greve dos motoristas. “Estamos em condições de dar a resposta possível” em qualquer cenário, repetiu.

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“Governo responsável tem de se preparar para tudo”

“Só avançaremos para passos subsequentes se, quando e na medida em que seja estritamente necessário”, ressalvou António Costa, esperando que “ainda seja possível ultrapassar o conflito”. “Tudo temos feito para evitar que a greve se concretize”, garantiu. Se tal não acontecer, “”Um Governo responsável tem de se preparar para o pior. Tudo está previsto para que, na hipótese de avançar a greve e não serem respeitados os serviços mínimos, o Estado tenha condições para assegurar a autoridade democrática e o cumprimento da lei”, asseverou.

Apelo aos portugueses

Admitindo as “graves consequências” que a greve dos motoristas terá para a população portuguesa, o primeiro-ministro disse esperar que os serviços mínimos decretados pelo Governo “sejam cumpridos caso a greve se venha a verificar”, considerando que esses serviços mínimos foram definidos “de forma equilibrada” e “respeitando o direito à greve”, mas com a consciência de que “não há direitos absolutos” e de que “ao Governo cabe assegurar os direitos dos portugueses”. António Costa apelou ainda ao “civismo” e à “maturidade” dos portugueses. O Governo decretou serviços mínimos para a greve, entre 50% e 100%, depois de os sindicatos e a associação patronal não terem chegado a acordo.

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