Governo britânico anuncia financiamento adicional para programa alimentar em Moçambique

O Governo britânico anunciou hoje financiamento adicional para alguns projetos humanitários em África, incluindo dois milhões de libras (2,22 milhões de euros) para um programa alimentar em Moçambique. 

Governo britânico anuncia financiamento adicional para programa alimentar em Moçambique

Governo britânico anuncia financiamento adicional para programa alimentar em Moçambique

O Governo britânico anunciou hoje financiamento adicional para alguns projetos humanitários em África, incluindo dois milhões de libras (2,22 milhões de euros) para um programa alimentar em Moçambique. 

O financiamento adicional de 47 milhões de libras (52 milhões de euros) anunciado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros pretende ajudar nos projetos em curso e “pressionar outros doadores” a contribuir com mais fundos.

Segundo o Governo, esta nova ajuda de emergência vai ajudar mais de 1,3 milhão de pessoas vulneráveis a ameaças como fome, conflitos e a pandemia de covid-19.

“Esta ajuda de emergência extra do Reino Unido significa que as pessoas podem alimentar as suas famílias e evitar que essas crises se transformem em fome generalizada. Esperamos ver outros doadores entrarem em ação com algum financiamento extra para evitar que essas crises globais piorem”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Dominic Raab.

Além de Moçambique, onde o dinheiro vai ajudar o Programa Alimentar Mundial a dar assistência a 192.307 pessoas, vão ser apoiados projetos no Sahel, Síria, Sudão do Sul, Nigéria, Somália, Uganda, Zimbábue e Venezuela.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.791.033 mortos resultantes de mais de 81,9 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 64.067 mortos confirmados e mais de 2,6 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

BM // LFS

Lusa/Fim 

By Impala News / Lusa

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