Governo admite “margem” para soluções no parlamento sobre teletrabalho

O secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional admitiu hoje “margem” para encontrar “soluções e equilíbrios” no parlamento sobre a regulamentação do teletrabalho.

Governo admite

Governo admite “margem” para soluções no parlamento sobre teletrabalho

O secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional admitiu hoje “margem” para encontrar “soluções e equilíbrios” no parlamento sobre a regulamentação do teletrabalho.

O secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional admitiu hoje “margem” para encontrar “soluções e equilíbrios” no parlamento sobre a regulamentação do teletrabalho.

O governante falava no plenário onde estão a ser debatidas as várias iniciativas dos partidos sobre a regulamentação do teletrabalho.

Miguel Cabrita disse que “parte das linhas de reflexão” identificadas pelo Governo no Livro Verde sobre o Futuro do Trabalho “encontram reflexo” em propostas em discussão no parlamento, nomeadamente na do PS, mas “outras também têm virtualidades”, acrescentou.

Embora estas propostas não sejam “inteiramente coincidentes” com o entendimento do Governo, “ainda assim” há “margem para encontrar as soluções e equilíbrios que respondam a vários dos desafios que se colocam”, disse Miguel Cabrita.

Para o secretário de Estado, o debate no parlamento deve ser feito “com tempo, com ponderação e profundidade e com equilíbrio dos diferentes valores”, salientando que o trabalho à distância tem riscos e oportunidades.

Miguel Cabrita realçou que o tema deve ser debatido com “a maior cautela” porque a experiência dos últimos meses ocorreu num período excecional de pandemia que obrigou ao trabalho à distância contra a vontade de muitas empresas e trabalhadores.

“A experiência dos últimos anos tende a enfatizar as dificuldades e os riscos do teletrabalho”, disse, sublinhando que este período não pode corresponder à avaliação do regime em geral e para o futuro.

O secretário de Estado reafirmou ainda que o quadro legislativo sobre o teletrabalho deve assegurar o direito dos trabalhadores, “dando espaço ao acordo, à negociação coletiva, e acima de tudo incorporando a especificidade destas relações do trabalho”.

Todos os partidos e deputados com projetos de lei para regular o teletrabalho apresentaram um requerimento para baixar à comissão da especialidade, sem votação, estas iniciativas legislativas por um período de 60 dias.

O plenário da Assembleia da República discute esta tarde, na generalidade, 10 projetos de lei que regulamentam o teletrabalho, um agendamento potestativo que partiu do BE, tendo PS, PSD, PCP, CDS-PP, PAN, PEV e a deputada não inscrita Cristina Rodrigues arrastado as suas iniciativas sobre teletrabalho e direito a desligar para o debate.

De acordo com informação confirmada pela agência Lusa, todos os proponentes entregaram um requerimento à mesa da Assembleia da República durante o debate a pedir que as iniciativas legislativas desçam diretamente para a especialidade, não sendo assim votadas na generalidade.

A baixa à comissão competente será por um período de 60 dias, podendo assim todas as iniciativas legislativas ficar “em cima da mesa” para o processo legislativo.

 

 

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