Função pública | Governo volta a chamar sindicatos para negociar aumentos salariais

O Governo convocou as estruturas sindicais da administração pública para negociar os salários no Estado no dia 10 de fevereiro.

Função pública | Governo volta a chamar sindicatos para negociar aumentos salariais

Função pública | Governo volta a chamar sindicatos para negociar aumentos salariais

O Governo convocou as estruturas sindicais da administração pública para negociar os salários no Estado no dia 10 de fevereiro.

O Governo convocou as estruturas sindicais da administração pública para voltar a negociar a proposta de os aumentos salariais para este ano, de 0,3%, anunciou a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública. “Estamos neste momento a convocar os sindicatos para uma nova ronda negocial cujo primeiro ponto dessa negociação é exatamente aumentos salariais”, afirmou Alexandra Leitão, no parlamento, em resposta à deputada do PSD, Carla Barros, no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).

O Governo convocou as estruturas sindicais da administração pública para negociar os salários no Estado no dia 10 de fevereiro, de acordo com a convocatória a que a Lusa teve acesso. O documento enviado, com a data de 16 de janeiro, convoca os sindicatos para uma reunião de negociação coletiva e define dois pontos de discussão: salários e protocolo negocial – Quadro Estratégico para a Administração Pública (2020-2023).

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Governo sempre disse que “tudo faria” para valorizar os funcionários públicos

Segundo a ministra, a reunião com os sindicatos “vai realizar-se em breve e aí, em primeira mão” o Governo dirá aos sindicatos “o que é que vai ser acrescentado aos 0,3%”. Alexandra Leitão sublinhou que o Governo sempre disse que “tudo faria” para valorizar os funcionários públicos “desde que não se pusessem em causa as contas públicas”.

“Os aumentos salariais de 0,3% não me envergonham porque representam uma retoma, uma valorização geral que não existia desde 2009”, afirmou ainda a governante. Já a deputada do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, considerou que a proposta de 0,3% “não é aceitável”.

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