Já se sabe onde são o velório e o funeral de Freitas do Amaral

O corpo do fundador do CDS-PP e antigo ministro Diogo Freitas do Amaral, que morreu hoje, vai para o Mosteiro dos Jerónimos, na sexta-feira, e o funeral decorrerá sábado no cemitério da Guia, Cascais, disse à Lusa fonte familiar.

Já se sabe onde são o velório e o funeral de Freitas do Amaral

Já se sabe onde são o velório e o funeral de Freitas do Amaral

O corpo do fundador do CDS-PP e antigo ministro Diogo Freitas do Amaral, que morreu hoje, vai para o Mosteiro dos Jerónimos, na sexta-feira, e o funeral decorrerá sábado no cemitério da Guia, Cascais, disse à Lusa fonte familiar.

Segundo fonte da família, o corpo do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, que morreu aos 78 anos, irá para o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, na sexta-feira à tarde, estando também prevista uma missa, enquanto o funeral se realiza no sábado no cemitério da Guia, em Cascais. O velório de Diogo Freitas do Amaral decorrerá, a partir das 17h00 de sexta-feira, nos Jerónimos, realizando-se uma missa de corpo presente às 19h00, adianta fonte da Presidência da República. No sábado, às 12h00, realiza-se uma missa no Mosteiro dos Jerónimos, pelo bispo auxiliar de Lisboa, seguindo o cortejo fúnebre, às 13h00, para o cemitério da Guia, em Cascais, acrescenta a mesma fonte.

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Freitas do Amaral estava internado desde 16 de setembro

Diogo Pinto Freitas do Amaral, professor universitário, nasceu na Póvoa de Varzim em 21 de julho de 1941. Foi líder do CDS, partido que ajudou a fundar em 19 de julho de 1974, vice-primeiro-ministro e ministro em vários governos. Freitas do Amaral, que estava internado desde 16 de setembro, fez parte de governos da Aliança Democrática (AD), entre 1979 e 1983, e mais tarde do PS, entre 2005 e 2006, após ter saído do CDS em 1992. No final de junho deste ano, Freitas do Amaral lançou o seu terceiro livro de memórias políticas, intitulado Mais 35 Anos de Democracia – um Percurso Singular, que abrange o período entre 1982 e 2017, editado pela Bertrand.

«Percurso singular» de intervenção política

Nessa ocasião, em que contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro líder do CDS e candidato nas presidenciais de 1986 – que perdeu para Mário Soares – recordou o seu «percurso singular» de intervenção política, afirmando que acentuou valores ora de direita ora de esquerda, face às conjunturas, mas sempre «no quadro amplo» da democracia-cristã. Líder do CDS, primeiro-ministro interino, ministro em governos à esquerda e à direita, presidente da Assembleia-Geral da ONU, disse em entrevista à agência Lusa quando já se encontrava doente, em junho de 2019, que sofreu «um bocado» com a derrota nas presidenciais de 1986, embora tenha conseguido dar a volta, com «uma carreira de um tipo diferente» e partir para «uma série de pequenas vitórias».

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