EUA/Irão: NATO condena ataques a bases norte-americanas e pede contenção a Teerão

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) condenou hoje os ataques do Irão a bases norte-americanas no Iraque, em retaliação pela morte do comandante da força de elite iraniana, pedindo contenção a Teerão.

EUA/Irão: NATO condena ataques a bases norte-americanas e pede contenção a Teerão

EUA/Irão: NATO condena ataques a bases norte-americanas e pede contenção a Teerão

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) condenou hoje os ataques do Irão a bases norte-americanas no Iraque, em retaliação pela morte do comandante da força de elite iraniana, pedindo contenção a Teerão.

“Condeno os ataques de mísseis iranianos às forças norte-americanas no Iraque”, afirma Jens Stoltenberg, numa publicação feita na rede social Twitter.

Na mensagem, o secretário-geral da NATO exorta “o Irão a abster-se da violência”.

Jens Stoltenberg adianta que “os aliados [da organização] continuam a acompanhar [a situação] e comprometidos com a missão” norte-americana no Iraque, que visa combater o grupo extremista Estado Islâmico.

Mais de uma dúzia de mísseis iranianos foram lançados hoje de madrugada contra aquelas duas bases iraquianas – em Ain al-Assad e Erbil – que albergam tropas norte-americanas.

Esta ação foi assumida pelos Guardas da Revolução iranianos como uma “operação de vingança” da morte do general Qassem Soleimani, comandante da força de elite Al-Quds, que morreu na sexta-feira num ataque aéreo em Bagdad, capital do Iraque, ordenado pelo Presidente dos EUA, Donald Trump.

O Departamento de Defesa norte-americano confirmou que “mais de uma dúzia de mísseis” iranianos foram disparados contra as duas bases, mas não indicou se resultaram vítimas dos ataques.

Na sua conta no Twitter, numa primeira reação, Trump disse que “está tudo bem”, sublinhando que estava em curso a avaliação de vítimas e danos, e prometeu pronunciar-se hoje sobre a situação.

A televisão estatal iraniana afirmou que os mísseis mataram 80 norte-americanos, citando uma “fonte informada” junto dos Guardiães da Revolução.

ANE // FPA

By Impala News / Lusa

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