Estados Unidos saúdam regresso de Guaidó a Caracas

O chefe da diplomacia dos EUA saudou o regresso a Caracas de Juan Guaidó, que se autoproclamou Presidente interino venezuelano e foi reconhecido pelos Estados Unidos e cerca de 50 países.

Estados Unidos saúdam regresso de Guaidó a Caracas

Estados Unidos saúdam regresso de Guaidó a Caracas

O chefe da diplomacia dos EUA saudou o regresso a Caracas de Juan Guaidó, que se autoproclamou Presidente interino venezuelano e foi reconhecido pelos Estados Unidos e cerca de 50 países.

Washington, 04 mar (Lusa) — O chefe da diplomacia norte-americana, Mike Pompeo, saudou hoje o regresso a Caracas do líder da oposição, Juan Guaidó, que se autoproclamou Presidente interino da Venezuela e foi reconhecido pelos Estados Unidos e cerca de 50 países, incluindo Portugal.

“Os Estados Unidos e todas as nações amantes da paz em todo o mundo estão a apoiar o Presidente interino Guaidó, a Assembleia Nacional e todas as forças democráticas que trabalham para organizar eleições livres e justas para restabelecer a democracia na Venezuela”, refere em comunicado.

O autoproclamado Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, chegou hoje à tarde ao aeroporto internacional de Caracas, onde foi recebido por uma multidão composta por apoiantes e embaixadores de vários países europeus e latino-americanos, segundo imagens transmitidas em direto.

Entre os embaixadores europeus estava o de Portugal, Carlos Nuno Almeida de Sousa Amaro, confirmaram fontes diplomáticas à agência Lusa.

“A comunidade internacional deve unir-se e pressionar para acabar com o regime brutal de Maduro”, acrescentou Mike Pompeo no documento.

Guaidó, reconhecido Presidente interino venezuelano por cerca de 50 países, regressou à Venezuela após um périplo de uma semana por vários países daquela região e sob a ameaça de ser detido pelas forças de seguranças venezuelanas.

O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela proibiu, em finais de janeiro, o autoproclamado Presidente interino venezuelano de sair do país.

A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de janeiro, quando Juan Guaidó se autoproclamou Presidente da República interino e declarou que assumia os poderes executivos de Nicolás Maduro.

Guaidó contou de imediato com o apoio dos Estados Unidos e prometeu formar um governo de transição e organizar eleições livres.

Nicolás Maduro, no poder desde 2013, denunciou a iniciativa do Presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderada pelos Estados Unidos.

A maioria dos países da União Europeia, entre os quais Portugal, reconheceram Guaidó como Presidente interino encarregado de organizar eleições livres e transparentes.

AJO // SR

By Impala News / Lusa

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