Cruz Vermelha de Cabo Verde distribuiu cerca de 300 refeições a famílias vulneráveis

A Cruz Vermelha de Cabo Verde assinou um protocolo com a Escola de Hotelaria e Turismo para distribuir cerca de 300 refeições a pessoas e famílias em situação de emergência social nas ilhas de Santiago e Sal. 

Cruz Vermelha de Cabo Verde distribuiu cerca de 300 refeições a famílias vulneráveis

Cruz Vermelha de Cabo Verde distribuiu cerca de 300 refeições a famílias vulneráveis

A Cruz Vermelha de Cabo Verde assinou um protocolo com a Escola de Hotelaria e Turismo para distribuir cerca de 300 refeições a pessoas e famílias em situação de emergência social nas ilhas de Santiago e Sal. 

Depois de uma “experiência” na ilha do Sal, com distribuição de uma média de 200 refeições por dia, o protocolo hoje assinado vai permitir “muito brevemente” fazer o mesmo a uma centena de famílias na cidade da Praia, segundo o presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde. 

Arlindo Soares de Carvalho disse que o projeto “Refeições Quentes” visa alimentar pessoas e famílias em situação de emergência social nas ilhas e municípios onde existam condições logísticas necessárias e exigíveis para o efeito. 

O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde explicou à Lusa que, depois da cidade da Praia (ilha de Santiago) e da ilha do Sal, posteriormente o objetivo é chegar a outras ilhas, para ajudar as pessoas mais carenciadas, em especial deficientes e idosos. 

Além das situações diárias, o projeto visa ainda mitigar os efeitos do agravamento da situação social no país, devido à pandemia de covid-19. 

“A ideia é alargar o projeto a mais famílias e para isso vamos contar com parceiros”, salientou Arlindo de Carvalho, que para as duas ilhas indicou como parceiros a embaixada do Luxemburgo, Garantia Seguros, diáspora cabo-verdiana e o Governo, através do Ministério da Família e Inclusão Social, e a Federação Internacional da Cruz Vermelha.

O responsável afirmou que a situação anterior era “desfavorável” por causa de três anos consecutivos de seca e dos problemas sociais no país, mas com a pandemia provocada pelo novo coronavírus a “situação complicou-se”. 

“As pessoas dão sinal que precisam de algo”, acrescentou Arlindo de Carvalho, para quem essa demanda humanitária está a crescer, precisando, por isso, de mobilização de parceiros e de recursos. 

“Mas a situação, em termos de segurança alimentar, nutricional e não só, precisa ser colocada no centro das atenções. As pessoas precisam e nós temos que fazer algo para que não ficam a sofrer eternamente”, frisou.

 

RIPE // LFS

By Impala News / Lusa

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