Covid-19: Reino Unido regista mais 598 mortes

O Reino Unido registou 598 mortes provocadas pela covid-19 e 20.051 novas infeções nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde britânico.

Covid-19: Reino Unido regista mais 598 mortes

Covid-19: Reino Unido regista mais 598 mortes

O Reino Unido registou 598 mortes provocadas pela covid-19 e 20.051 novas infeções nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde britânico.

Na segunda-feira tinham sido registados 21.363 novos casos de covid-19 e 213 mortes, porém a média dos últimos sete dias continua a crescer, tendo notificados em média 25.280 casos por dia e 425 mortes por dia.

O total acumulado desde o início da pandemia covid-19 no Reino Unido é agora de 1.410.732 contágios confirmados e de 52.745 óbitos registados num período de 28 dias após as vítimas terem recebido um teste positivo.

Porém, o balanço aumenta para 63.873 quando se incluem todos os casos cuja certidão de óbito refere a covid-19.

Hoje foi revelado que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que entrou em isolamento profilático no domingo após ter estado em contacto com um deputado que mais tarde foi diagnosticado como infetado, testou negativo e continua sem sintomas. 

As regras do governo determinam que pessoas que tenham estado em contacto com infetados devem ficar em quarentena durante duas semanas.

Entretanto, a chefe do governo autónomo escocês, Nicola Sturgeon, anunciou que vão ser impostas restrições mais duras em algumas partes da Escócia, incluindo a cidade de Glasgow, durante três semanas. 

“A taxa de infeção em todas essas áreas permanece teimosa e preocupantemente alta”, justificou.

A partir de sexta-feira naquelas áreas, as pessoas devem trabalhar a partir de casa e não socializar em espaços fechados, saindo apenas fazer compras ou exercício, e o comércio não essencial terá de encerrar, mas as escolas continuam em funcionamento. 

A Inglaterra cumpre um período de confinamento de quatro semanas até 02 de dezembro, tendo o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, disse ser “muito cedo” para avaliar o resultado e decidir que tipo de medidas vão ser aplicadas a seguir. 

BM // EL

Lusa/fim 

By Impala News / Lusa

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