Covid-19: Líder do CDS acusa Governo de impor medidas desproporcionais à pandemia

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, acusou hoje o Governo socialista de impor medidas desproporcionais no combate à pandemia de covid-19, destruindo a economia e alimentando o medo dos portugueses.

Covid-19: Líder do CDS acusa Governo de impor medidas desproporcionais à pandemia

Covid-19: Líder do CDS acusa Governo de impor medidas desproporcionais à pandemia

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, acusou hoje o Governo socialista de impor medidas desproporcionais no combate à pandemia de covid-19, destruindo a economia e alimentando o medo dos portugueses.

“Porque é que o Governo quer recuar tanto e destruir a economia, utilizando, uma vez mais, uma matriz de risco que está desadequada ao perigo real da pandemia no nosso país?”, perguntou hoje o líder do CDS-PP, no Bombarral, acusando o executivo de António Costa de estar “completamente desorientado”, alimentando “o medo, o susto e o pânico na vida dos portugueses”.

A discursar na apresentação dos candidatos do CDS-PP à Câmara e freguesias do concelho do Bombarral, nas próximas eleições autárquicas, Francisco Rodrigues dos Santos recuou ao início da pandemia, em março de 2020, quando se dizia que “eram necessárias duas semanas para achatar a curva” e dar tempo ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) para reforçar meios e ter “a capacidade de responder a esta pandemia”.

Mas, recordou, “depois disseram que era preciso mais tempo até chegarem as vacinas”. E após a chegada destas, que “afinal ainda não era agora” que o país voltava à normalidade e “eram necessários mais sacrifícios e mais tempo”.

Uma viagem no tempo para concluir que o Governo socialista chegou à atual fase da pandemia gerindo “pessimamente este confinamento”, andando “ao sabor do vento” e mostrando que “comunica mal o que planeia ainda pior, sendo incapaz de prever acontecimentos e de apresentar soluções antecipadamente, e incapaz de assegurar que as próprias regras que impõe são cumpridas pelos portugueses”.

No entendimento do líder dos populares “nenhum português compreende como é que o Governo impõe [hoje] medidas iguais àquelas que impôs há um ano atrás, quando as circunstâncias são completamente diferentes”, dado a percentagem de pessoas vacinadas ser cada vez maior, a pressão sobre o SNS estar “controlada” e o número de mortes “bastante reduzido”.

Na intervenção Rodrigues dos Santos não poupou também críticas a Marta Temido, questionando-se onde anda a ministra da Saúde quando, nas conferências de imprensa deixa a ministra do Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, “a comunicar medidas sanitárias aos portugueses”, questionando a “racionalidade” desta opção.

DA // ACL

By Impala News / Lusa

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