Covid-19: Associação inicia recolha de alimentos para mais de 60 mil animais em risco

A Animalife vai iniciar uma recolha nacional de alimentos e outros bens de primeira necessidade para mais de 60 mil animais em risco, para distribuir por mais de 300 associações e grupos informais de apoio animal, foi hoje anunciado.

Covid-19: Associação inicia recolha de alimentos para mais de 60 mil animais em risco

Covid-19: Associação inicia recolha de alimentos para mais de 60 mil animais em risco

A Animalife vai iniciar uma recolha nacional de alimentos e outros bens de primeira necessidade para mais de 60 mil animais em risco, para distribuir por mais de 300 associações e grupos informais de apoio animal, foi hoje anunciado.

A Animalife vai iniciar uma recolha nacional de alimentos e outros bens de primeira necessidade para mais de 60 mil animais em risco, para distribuir por mais de 300 associações e grupos informais de apoio animal, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a associação refere que a iniciativa Banco Solidário Animal (BSA) regressa aos estabelecimentos comerciais no próximo fim de semana, sem a presença de voluntários, devido ao contexto pandémico.

“A campanha vai decorrer nos dias 06 e 07 nas lojas Auchan e My Auchan de todo o país”, adianta, recordando que as pessoas estão convidadas “a deixarem os seus donativos em ‘boxes’ [caixas, em tradução livre] identificadas e disponíveis para o efeito”.

De acordo com a Animalife, os produtos mais necessários são a ração seca e húmida para cão e gato, e areia.

“Os interessados poderão ainda contribuir com produtos de higiene e limpeza, trelas, coleiras ou comedouros”, realça.

A partir de terça-feira, segundo a Animalife, vai decorrer ainda uma campanha de vales até 14 de fevereiro, que estarão disponíveis nas linhas de caixas da Auchan e no sítio oficial da Internet do espaço comercial (www.auchan.pt) e, além de produtos básico, darão a possibilidade de contribuir com cabazes solidários.

“Os bens doados serão distribuídos por mais de 300 associações e grupos informais de apoio animal, e por famílias carenciadas e pessoas em situação de sem-abrigo com animais a cargo inscritos nos Programas de Apoio da Animalife, a entidade promotora e organizadora do BSA”, pode ler-se em comunicado.

A Animalife lembra também que mais de metade das associações nacionais de apoio animal têm tido dificuldade em aceder a produtos e bens essenciais, como alimentação para cães e gatos, devido à pandemia.

“No ano passado, a pandemia da covid-19 obrigou ao cancelamento de algumas campanhas em loja, o que se refletiu no dia-a-dia das centenas de associações abrangidas pela iniciativa” BSA, realça, acrescentando que, em 2020, as associações “viram cair todo o tipo de apoios”.

O Banco Solidário Animal acontece habitualmente três vezes por ano (fevereiro, maio e setembro/outubro), em hipermercados e supermercados de todo o país.

“A Animalife arrancou o ano com a perspetiva de várias campanhas em loja, o que, dada a evolução da pandemia, teve de ser repensado”, refere o presidente da direção da Animalife, Rodrigo Livreiro, citado no comunicado.

Segundo Rodrigo Livreiro, o BSA é “uma iniciativa fundamental para muitas associações”, pelo que a Animalife vai continuar a estudar a alternativas — junto dos parceiros — por forma a apoiar “ativamente o bem-estar dos milhares de animais que o BSA apoia diretamente”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 2.227.605 mortos resultantes de mais de 102,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 12.482 pessoas dos 720.516 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

 

 

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