Covid-19: Assinei com muita honra requisição civil para situação de emergência em Odemira – Costa

O primeiro-ministro afirmou hoje que assinou “com muita honra” a requisição civil para responder a uma situação de emergência perante um surto epidémico de covid-19 em Odemira.

Covid-19: Assinei com muita honra requisição civil para situação de emergência em Odemira - Costa

Covid-19: Assinei com muita honra requisição civil para situação de emergência em Odemira – Costa

O primeiro-ministro afirmou hoje que assinou “com muita honra” a requisição civil para responder a uma situação de emergência perante um surto epidémico de covid-19 em Odemira.

Lisboa, 12 mai 2021 (Lusa) – O primeiro-ministro afirmou hoje que assinou “com muita honra” a requisição civil para responder a uma situação de emergência perante um surto epidémico de covid-19 em Odemira, apontando que agora já não há transmissão comunitária.

António Costa assumiu esta posição na segunda ronda do debate sobre política geral, na Assembleia da República, depois de uma intervenção da deputada socialista Telma Guerreiro sobre a situação em Odemira.

O primeiro-ministro sustentou que a intervenção do Governo em Odemira teve diversos níveis, começando “pela de fundo no sentido de resolver a questão da habitação” dos trabalhadores, mas também “uma de emergência, em que foi necessária a intervenção da GNR, da Autoridade para as Condições do Trabalho, da autoridade local de saúde e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF)”.

“Todos estes agentes andaram de casa em casa a vistoriar com a Câmara quais as situações de habitabilidade e procurar assegurar alojamento de emergência. É muito fácil dizer que cabiam todos [os trabalhadores] na pousada da juventude local, mas não cabiam e muitos tiveram de vir para o Alfeite [Almada]”, observou.

Em relação a outros trabalhadores, perante a crise da epidemia de covid-19, de acordo com o líder do executivo, optou-se por uma solução local.

“Soluções que foram encontradas por requisição civil que com muita honra assinei, porque era efetivamente necessário encontrar uma solução de emergência para assegurar o confinamento profilático”, insistiu.

Perante os deputados, o primeiro-ministro defendeu depois a tese de que, em consequência destas medidas, “foi possível registar-se uma evolução na saúde pública – a questão mais importante”.

“Agora, tal como comunicou a autoridade local de saúde, a maior parte dos resultados positivos [de covid-19] correspondem a cadeias já identificadas, não havendo neste momento transmissão comunitária. Como se verifica uma trajetória decrescente de casos, foi possível levantar-se a cerca sanitária nas duas freguesias”, frisou António Costa.

PMF // JPS

By Impala News / Lusa

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