Covid-19: António Costa afirma que vacinação vai dar «grande salto»

O primeiro-ministro afirmou que o processo de vacinação contra a covid-19 dá a partir desta quarta-feira “um grande salto”, abrangendo 900 mil pessoas, e será essencial para preparar a fase que englobar a população em geral.

Covid-19: António Costa afirma que vacinação vai dar «grande salto»

Covid-19: António Costa afirma que vacinação vai dar «grande salto»

O primeiro-ministro afirmou que o processo de vacinação contra a covid-19 dá a partir desta quarta-feira “um grande salto”, abrangendo 900 mil pessoas, e será essencial para preparar a fase que englobar a população em geral.

O primeiro-ministro afirmou que o processo de vacinação contra a covid-19 dá a partir desta quarta-feira, 3 de fevereiro, “um grande salto”, abrangendo 900 mil pessoas, e será essencial para preparar a fase que englobar a população em geral.

António Costa transmitiu esta posição no final de uma visita de cerca de uma hora às unidades de saúde de Alvalade e Parque, em Lisboa, destinada a assinalar o início do processo de vacinação contra a covid-19 de cidadãos com mais de 80 anos, ou com mais de 50 anos e com patologias associadas.

Acompanhado pela ministra da Saúde, Marta Temido, e pelo secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, o líder do executivo defendeu que “esta nova fase do processo de vacinação em Portugal é agora muito mais exigente, abrangendo um universo estimado em 900 mil pessoas”.

“Esta nova fase vai exigir uma grande mobilização de todas as unidades de saúde”, acentuou António Costa no seu breve discurso, antes de dizer que, até agora, mais de 400 mil pessoas já tiveram a primeira toma da vacina, entre profissionais de saúde considerados prioritários, assim como utentes e pessoas que trabalham nos lares de outro tipo de residências para idosos.

De acordo com o primeiro-ministro, o processo de vacinação “dá agora um grande salto, começando a chegar a uma população muito mais diversificada e recorrendo a espaços menos confinados, como são os casos dos lares ou dos hospitais”.

“Vamos ter dois meses de trabalho muito exigente e que será fundamental para preparar a fase seguinte – aquela em que já estiverem vacinadas todos as pessoas com mais de 80 anos, ou mais de 50 anos e com patologias associadas, e em que se começamos a dirigir-nos à população em geral. Aí vai ser um desafio ainda muito mais complexo e que será limitado pela quantidade de vacinas disponíveis”, frisou.

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